quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Baixou o "Cabôco" Mamador?
Quem reforçou essa idéia da constante volta ao seio, ao alimento perfeito, ao nutrir-se do sangue de onde jorra conforto, bem-estar, força e alimento foi o ex-governador João Alves Filho, quando - em um momento infeliz e inconsequente - conclamou, em discurso durante em encontro do PSDB realizado em Aracaju, prefeitos sergipanos a mamarem nas tetas do governo Marcelo Déda.
Evidentemente, a falácia - palavra dita e flecha lançada não voltam atrás - fervilhou um turbilhão de protestos dos prefeitos ofendidos; movimentou programas de rádio; gerou burburinho no Senadinho (para quem não conhece, é um reduto de aposentados que batem-papo todas as tardes no Calçadão da rua João Pessoa); foi tema de aulas de redação; discussão nas universidades, faculdades e feiras livres; ufa...em todo lugar se alardeou o discurso de João.
Os prefeitos, organizados em associações, expuseram um veemente protesto através de jornais de grande circulação no estado. Claro, o lisonjeio do convite à mamata feriu o brio dos gestores. Ensandecidos, rasgaram o verbo contra Filho. Mas, meu filho, isso é coisa que se faça?!
As emissoras de rádio fizeram a festa sobre o leite derramado e tome fogo no leite. O bichinho ferveu e sobejou, a panela não tinha borda alta e o momento era propício a um levante contra o ex. Deu no que deu: uma enxurrada de raivosas e intrépidas artilharias de quem já deixou de mamar há algum tempo.
O Governador Marcelo Déda também revidou os colóquios flácidos de João que - nem em pensamento - acalentou bovino, pelo contrário: abriu a porteira para boiada passar, assim como um bloco do Pré-Caju, que sai arrastando tudo pela frente.
O que chama a atenção nisso tudo é que só parece que baixou no ex-governador um "cabôco" mamador, daqueles que saem ordinariamente dissipando palavras ao tagarelar de quem não refreia a língua nem dando cachaça de Capela. Convidar para o deleite do leite do Governo e depois querer que os prefeitos estejam com ele no próximo ano quando da eleição, foi no mínimo, uma atitude infante.
Teria o ex voltado aos tempos de menino (ele já chamou Déda assim com esta alcunha) e relembrado do leite que o alimentou? Não dá para entender! Com tanta experiência e cancha política, alguém poderia imaginar que João pudesse um dia cair em uma esparrela dessas? Acredito que nem o mais crédulo dos inchadinhos (aqueles viciados em álcool que ficam nas praças de Aracaju) acreditaria que um dia isso pudesse acontecer. nem os senadores do Calçadão imaginariam nas suas heróicas conversas cotidianas que uma vez na vida tamanha coisa pudesse ser dita.
Chama o pai-de-santo!
André L. S. Brito
Universidade Tiradentes
Jornalismo
Disciplina: Edição
Prof. Susane Vidal
Em Busca da Perfeição
A progressividade do número de pessoas que aderem ao uso de anabolizantes para adquirir força, resistência e velocidade é máxima.
Sem a capacidade de reagir imediatamente ao uso do medicamento, apesar de proibido, passa a ser visto hoje perante a sociedade como um caso de saúde pública.
Essa droga geralmente é oferecida em academias de ginásticas pelo próprio instrutor com a orientação, segundo pesquisas, de que o desenvolvimento do aluno chegou ao fim. Não há uma fiscalização intensa na venda desses produtos, os mesmos são vendidos de forma ilegal, cuja propaganda vai passando de boca em boca, o que facilita o acesso das pessoas.`
É geralmente no verão em que há uma maior demanda na utilização de anaboliizantes, pois mulheres e homens para obterem uma forma vantajosa das curvas e queima de gordura em menor tempo aderem ao ato. Atualmente é comum encontrar em academias mulheres assumidas, literalmente sem constragimento algum, que fazem o uso de estéroides mais conhecido como bomba. A droga preferida é a injetável Winstrol, aplicada no glúteo que provoca o dobramento da capacidade de produzir músculos.
Dietas radicais aliadas ao uso do anabolizante, com a ilusão de um corpo benfazejo, trazem vários efeitos colaterias como o desenvolvimento de um câncer, problemas no fígado, impotência sexual, derrame cerebral, alterações de comportamento, surgimento de acne.
Nos homens há uma retenção de esperma, dificuldade ou dor ao urinar, calvície, redução na função sexual, crescimento de mamas. Já nos jovens de ambos os sexos, pode suceder o crescimento tornando-o mais baixo. a interrupção do uso de anabolizantes pode causar depressão, insônia, fadiga, dores de cabeça e muscular, vontade de usá-lo novamente.
Existem maneiras saudáveis de adquirir massa muscular, mas seus resultados não são tão imediatos e os praticantes de exercícios não têm consciência do tamanho risco que está trazendo para si mesmo, talvez um caminho sem volta. Em nome de um corpo sarrado, preferem arriscar.
Taise Oliveira Santos
5º período - Noite
Universidade Tiradentes
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Censo 2010 será informatizado
Outra novidade é que este será o primeiro censo totalmente informatizado: os cerca de 230 mil recenseadores vão contar com um computador de mão e GPS para trabalhar. Eles vão visitar aproximadamente 58 milhões de domicílios nos 5.565 municípios do país.
As mudanças foram anunciadas no dia 01 de setembro de 2009, na sede do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro.
As novidades serão importantes para acompanhar as mudanças ocorridas na sociedade brasileira nos últimos dez anos. É a tecnologia avançando e adentrando nosso dia a dia. Outro ponto positivo é que depois de encerrado o Censo, cerca de 140 mil computadores de mão que serão utilizados na pesquisa, vão ser transferidos para o Ministério de Educação que vai distribuir os equipamentos para as redes de professores das escolas municipais.
O presidente do instituto, Eduardo Pereira Nunes, disse que a informatização não será útil apenas na apuração dos dados, mas também na disseminação da informação.
PADRÃO POP HOMOGÊNEO MODISTA
Cds uniformes, singles repetitivos, arranjos manjados e letras melosas. Estes são os ingredientes nem um pouco secretos que a maioria das grandes bandas de rock do país se utilizam para permanecer no topo das paradas. Como um processo rotativo, a cada dois anos lá estão elas contribuindo para o massivo processo de alienação pública: falam as mesmas coisas, tocam a mesma m* de sempre. Culpa dos músicos? Acredito que não. Afinal de contas, eles falam apenas aquilo que lhes é permitido falar. Em grande parte, a culpa vem de quem lhes restringe.
Isso mesmo. Os produtores musicais brasileiros de mass media não está indo nada bem. E quando falamos de rock o problema é ainda pior. Um exemplo de nossa massificação anti-cultural pode ser observado com freqüência em programas televisivos: Os grandes produtores “escolhem” meninos, ou meninas, com uma aparência agradável, mínimo de talento musical, e, principalmente, que já tenham tendência a tocar um som comercial, para que, em poucos dias, se transformem em mais produto de consumo.
Acontece na TV, acontece também nos palcos. Quantas bandas que, SOZINHAS, e com um som consideravelmente enriquecido conquistaram muitos fãs e que, ao fecharem contrato com gravadoras grandes, perderam sua identidade? Cultura não se faz do dia pra noite, nem muito menos é reciclável.
O padrão pop homogêneo modista não é o problema de quem toca, mas sim, de quem produz. Isso acontece tanto no Brasil quanto em qualquer outro lugar do mundo. A questão é que enquanto as produções musicais de rock Europeu, japonês e até Estadunidense, incentivam os músicos a criar, buscando assim características próprias e fazendo sons fora do convencional, o Brasil, que ainda se confronta com essa questão da uniformidade musical como caminho certo de fama e lucro, incentiva a copiar. E assim é favorecido o empobrecimento da cultura em prol do enriquecimento alheio. Nada de novo a acrescentar, apenas negócios.
Marcel Andrade
Universidade tiradentes (UNIT) - Jornalismo
