segunda-feira, 23 de novembro de 2009

O texto se propõe a discutir a tendência crescente da importância da qualificação da mão-de-obra para o bom desempenho das empresas, no novo contexto da competitividade internacional, a partir de uma pesquisa realizada na cadeia automotiva brasileira, centrada na análise da relação entre as firmas que compõem os vários níveis dessa cadeia. Apesar de que essa tendência geral esteja presente ao longo da cadeia, ela não se constitui na única a imperar. Discute também os aspectos de precarização do trabalho, que a seu ver, acabam por limitar a difusão dos novos requisitos de qualificação, os quais se articulam com discriminações de gênero e idade presente no mercado de trabalho. Além de uma discussão teórica sobre reestruturação produtiva e trabalho, o artigo analisa os dados da pesquisa de campo e as conclusões alcançadas.

Andréa Star*
5° período de jornalismo

domingo, 22 de novembro de 2009

Meu nome é trabalho!

*Por André Brito


Acordar cedo, dormir tarde, levar trabalho pra casa, pensar no final de semana sobre as decisões que precisam ser tomadas na segunda-feira, estar ligado às coisas do trabalho mesmo estando em gozo de férias. Se essas situações estão acontecendo, chegou a hora de parar, dar uma respirada e refletir: sou escravo do trabalho?

Os viciados em trabalho, também chamados de workaholics, pagam um preço muito alto para obterem uma condição de vida um pouco mais elevada. São pessoas que têm verdadeira compulsão pelas coisas relacionadas ao seu trabalho e estão espalhadas por todas as profissões e setores da sociedade.

De médicos a professores, de jornalistas a empresários, o vício pelo trabalho termina gerando consequências muitas vezes irremediáveis. A distância com os familiares e a perda gradativa da saúde são duas dessas heranças malditas que a vida dedicada somente ao trabalho proporciona.

Os workaholics levam ao pé da letra a vivência do castigo que Adão sofreu, segundo a narrativa bíblica, de comer o pão com o suor do rosto. Jogando com palavras, estão mais para o pão que o diabo amassou.

Com tanto trabalho, esquecem que têm família. Não há tempo para o futebol do filho durante os Jogos da Primavera (há sempre uma reunião a participar). Teatro ou cinema com a esposa não dá porque há uma viagem marcada e é preciso estar um dia antes para não correr o risco de chegar atrasado (mundo corporativo sabe como é que é: não se pode perder oportunidade alguma). Primeiro dia na escola do filho nem pensar; é preciso estar antes na empresa.

O discurso é sempre o mesmo: é necessário ganhar dinheiro para poder dar uma condição melhor de vida aos familiares. A intenção até que é boa, todavia gera conflitos, sobretudo, de ordem de relacionamento. São pais que não conhecem seus filhos e os entregam ao bel prazer dos caríssimos “hoteizinhos” (creches para filhos dos ricos), das escolas que afundam as crianças em tempo integral de estudo (é preciso passar no vestibular. Mas o menino ainda é quinta série!) e das babás despreparadas que criam os filhos órfãos de pais vivos. Tudo em nome do pão, do conforto, do carro e do status de cada dia.

Os viciados em trabalho, assim como qualquer outro tipo de dependente, precisam se tratar. Não adianta sacrificar seu lazer e suas relações pessoais, pois o resultado disso é desconforto e disputas judiciais (pensões alimentícias, divisão de bens, filhos com problemas de comportamento).

A não ser que tudo seja conversado, pesado na balança se vale a pena se ausentar da família em nome de condições materiais melhores. Dessa forma, com conversas francas e abertas, a cobrança pela ausência pode ser diminuída. Caso contrário, os estranhos moradores da mesma casa continuarão sua saga de estranheza por toda a vida.

Texto para a disciplina Edição
Profª Susane Vidal

Bem vindo à selva do mercado de trabalho

Pode parecer brincadeira, mas o fato de você querer fazer seu trabalho bem feito e com responsabilidade irá gerar a famosa IVEJA daqueles que já não acreditam mais em suas capacidades de trabalho. Olhares tortos, comentários infames, fofocas, são alguns dos resultados de um trabalho realizado com prazer e dedicação.

Você pode está pensando que isso tudo parece contraditório, porém mostrarei que não. Em seu ambiente de trabalho há a convivência com pessoas de diferentes formas de pensar, o que leva a diferentes interpretações das ações. Caso seja apaixonado por aquilo que exerce, fará suas obrigações, sem pensar duas vezes, do melhor jeito possível. Isso provavelmente agradará seu chefe ou ao dono de sua empresa. Sendo assim considerado um bom empregado e consequentemente uma pessoa de confiança.

Aos olhares das pessoas que já se acomodaram com a rotina de trabalho isso irá parecer protecionismo ou que existe alguma relação de proximidade entre com o seu superior. Para quem já viveu isso, está só comprovando e quem nunca viveu irá viver. Caso seja alvo desse tipo de comentário, não há porque se lamuriar por causa disso. Pense, estou fazendo meu trabalho como todas as outras pessoas poderiam está fazendo.

O mercado de trabalho está ai para selecionar aqueles que conseguem sobreviver em um meio onde é cada um por si e ninguém por todos. Na selva mortífera só terá um lugar ao sol aquele que se adequar e fazer o que deve ser feito, em relação à produção de conteúdo e de trabalho para a melhoria da sua empresa. Então fazer sua parte e da forma mais correta possível é o lema de sobrevivência.

Wilson Melo
5°Período
Universidade Tiradentes

Trabalho: dedicação e competência

Num mundo competitivo em que vivemos, cujo mercado reforça a tese que somente os melhores merecem valor e são “competentes”, muitas vezes esta competência não condiz com a realidade deste ou aquele profissional no seu dia-a-dia. As atitudes éticas ou não, sobressaem na medida em que se busca galgar novos paradigmas, cargos, dinheiro e status social que virão naturalmente com trabalho e honestidade. Ledo engano para aqueles que acham que é preciso dá um jeitinho em tudo para ter e ser algo. Na maioria das vezes o egoísmo, a falsidade e o mau caráter cega nossas atitudes e nossos pensamentos, achando que é o caminho mais curto. É preciso saber que temos o direito e o dever de conquistar nossos objetivos e sonhos.

Para alcançarmos tais metas traçadas para a vida profissional, nunca devemos ser desonestos com nossos valores morais, da conduta ética pessoal, uma vez que quando os perdemos, deixamos um pouco o nosso caráter e história como ser humano.

A frase do mito Chaplin “não sois máquinas, homem é que sois”, mostra que é este homem que devemos construir nos nossos dias, se policiando nas atitudes, ego e percepção do próximo. Notamos que também as empresas estão buscando profissionais de mente aberta, que valorize a família, valores a criatividade, o senso de comunicação e diálogo com os demais.
O trabalho em equipe, faz com que o ser humano transforme seu ambiente de trabalho num espaço social benéfico à construção de uma sociedade justa e ética.

Iggor Cleyver - Aluno de jornalimo 5º período

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Envolva-se. Você só tem a crescer.




Envolvimento é a palavra que norteia a nossa vida. É preciso se destacar no caminho profissional, acadêmico ou pessoal. Mas as forças contrárias atingem aqueles que buscam as oportunidades. Quando alguém é visto fazendo algo de importante em um determinado grupo, já passa a ser a inveja de alguns. O crescimento de uma pessoa envolvida pelo espírito de equipe, infelizmente, não é bem visto no nosso dia a dia.
A turma do “puxa-saquismo”, que vive como parasita, ao lado do chefe ou de outro líder, tem raiva quando vê alguém se destacando com os próprios esforços. Pobres de espírito. Pensam que com a “peixada”, vão galgar altos cargos ou ser bem visto pelos outros. Aquele que se envolve, tem uma visão maior do processo evolutivo, seja onde estiver.
Na sociedade, por mais complicado que seja, só vence que trabalha com gosto na área. Coloquemos o exemplo da nossa. Se formos observar as condições salariais do comunicador, comparado com o que se trabalha (aqui e no restante do Brasil), as vezes chega a ser desalentador. Mas se o trabalho é feito com gosto, com garra e vontade de crescimento (tanto da empresa quanto da própria pessoa), o trabalho se torna prazeroso.
É ai que mais uma vez entra em campo a equipe do “vampiro” (para chupar o sangue de quem quer vencer profissionalmente). O que se monta de armadilhas, sabotagens e mentiras para derrubar a pessoa não é brincadeira. Às vezes parece uma grande trincheira de guerra. Tudo tramado nos mínimos detalhes para que a queda do bom profissional que se envolve seja fatal. E isso não acontece nas empresas não. Acontece em associação de moradores, sindicatos, instituições religiosas (em alguns casos pregam o bem a todos e fazem o contrário) e, infelizmente, até em algumas de nossas faculdades. Estes locais deveriam ser o exemplo de crescimento em equipe, mas às vezes a “euquipe” ou os “grupos fixos” tendem a derrubar as pessoas que gostariam de ver a evolução dento da aera acadêmica. Se for assim no meio de estudos, como é que vai ser na parte profissional?
O importante é se envolver, na profissão, nos estudos ou naquilo que seja de importante para o crescimento pessoal. O mercado está de olho nas pessoas que buscam o seu espaço, mas buscam de forma consciente, sem querer passar por cima, feito rolo compressor. Apesar de estar em falta no nosso convívio diário, uma palavra deve nortear as pessoas que se envolvem na área profissional: a ética. Quem só prega e não pratica, é uma pessoa sem caráter, por mais que seja “para o bem comum” de determinada pessoa.
Em meio a esse capitalismo selvagem quem não tiver ética e força de vontade, será excluído do meio social. E não adianta depois dizer que tem “peixada” para vencer na área que se quer, pois como diz o ditado, “caiu na rede, é peixe”, às vezes pescado da pior das formas.

Rozendo Aragão
5º período de Jornalismo
Universidade Tiradentes.

Subprodutos

O dinheiro, principal combustível do sistema econômico ao qual estamos inseridos, vem gradativamente sendo o motivo que acarreta no fim de relacionamentos amorosos, amizades antigas, parcerias musicais e relações entre pessoas nos seus ambientes de trabalho.
A busca incessante por um alto status econômico está deixando em segundo plano conceitos básicos de uma boa convivência social como companheirismo e ética. Tais características quando deixam de existir em um ambiente de trabalho, de certo será questão de pouco tempo para acontecerem os primeiros conflitos entre os que disputam ferozmente uma ascensão no trabalho. A idéia de “concorrência saudável”, caracterizada por um desenvolvimento uniforme da empresa e consequentemente, dos seus colaboradores, dá lugar a uma verdadeira guerra interna em prol da própria evolução.
Um claro exemplo são as lojas que estipulam metas de vendas mensais para os seus empregados e gratificações por vendas realizadas após atingir tais metas. Basta um cliente adentrar o recinto, para muitas vezes a ordem de atendimento ser deixada de lado, e ser travada uma verdadeira corrida para alcançá-lo, não deixando nada a desejar às mais conceituadas provas de atletismo.
Tal tipo de alienação inerente ao capitalismo, remonta, em uma menor proporção talvez mas nem por isso menos assustadora, às cenas do clássico cinematográfico “Tempos Modernos” de Charles Chaplin. Em 1936, o diretor/ator dava seus passos para hoje em dia ser ter seus dotes visionários reconhecidos.
Em tempos em que o otimismo beirando a extinção, a crença predominante é que continuemos tendo nossos maiores desejos nas prateleiras de lojas.

Victor Balde

Competitividade X Compromisso

A competência dos contribuintes nas diversas áreas de trabalho se dá através do desempenho, metas e objetivos individual, de cada pessoa. Devido à competitividade nos negócios em qualquer empresa a competitividade pode sim interferir no bom desempenho funcionário-empresa.
O exemplo disso é se uma pessoa chegar à determinada loja para comprar, e o funcionário fica disputando quem atende mais no final um dos clientes sai insatisfeito por passar mais tempo esperando, a humanidade hoje em dia têm pressa, a disponibilidade de tempo é curtíssima.
Atualmente o diferencial entre colegas de trabalho esta diretamente ligada à atitude do envolvimento e comprometimento dos profissionais envolvidos. O maior interesse de qualquer empresa esta concentrada nas qualificações, conhecimentos, habilidades do profissional, se realmente ele veste a camisa da empresa e sua capacidade de conduzir situações, sem está preocupado em derrubar ou querer ser melhor que o colega de trabalho.

UNIVERSIDADE TIRADENTES
ALUNA: TAISE OLIVEIRA SANTOS
5º PERÍODO/NOITE MATÉRIA: EDIÇÃO
PROFESSORA: SUSANE VIDAL

Envolvimento Profissional

Dedicação e envolvimento na vida profissional não é uma tarefa tão simples para ser realizada como parece. O setor dos serviços é todo baseado nos relacionamentos entre pessoas, onde vários profissionais devem tentar viver em hamonia com a equipe de trabalho.
Por vezes a pessoa será incomodada, alvo de fofocas e até tentaram derrubá-lo profissionalmente. Nesses casos é bastante difícil agir com a razão, uma vez que, os sentimentos humanos são institivos e em ocasiões onde a tolerância chegou ao ponto máximo podemos deixar a emoção sobressair a razão.
O envolvimento profissional deve ser trabalhado individualmente e as empresas podem contribuir para estimular o desempenho dos funcionários. Mas como? Semeando o bom relacionamento entre os empregados e motivando-os através de bonificações, elogios e valorização.
É imprescindivel avalaiar se é válida a entrega total ao trabalho apenas para se destacar mais que os outros colegas. Trabalhar não pode ser sinônimo de sofrimento, pois, deste modo não conseguirá nenhum benefício, tanto a si quanto a empresa. O exercício profissional tem que proporcionar o crescimento não só na profissão, mas, também em outros setores da vida.
Diante de todas as cicunstâncias que cada um irá estar e enfrentar, vale a pena lembrar que nem tudo na vida é trabalho, como também não é somente lazer, afinal, como bem diz a frase: "Você bem sabe que a vida não é um mar de rosas".

Lucivânia Pereira
Estudante de Jornalismo
5º período - UNIT
ENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

*Por Renato Moura

Envolver-se profissionalmente é aplicar a experiência do profissional na empresa em que trabalha. É preciso utilizar-se do bom senso e não deixar que as influências negativas atrapalhem seu ambiente de trabalho. Para isso é preciso senso de humor, humildade e competência. Além disso, a pessoa que se dedica para fazer o trabalho da melhor maneira, acaba trazendo benefícios para a empresa e supre as necessidades da mesma.

Nos setores e repartições das empresas existem três tipos de profissionais: Aqueles que estão na empresa, mas são totalmente fechados e fazem o trabalho sem se envolver com a missão e os problemas da mesma; os que executam seu trabalho de maneira egoísta e sigilosa no intuito de ser o detentor do saber, privando seus colegas de maiores informações a cerca do serviço. Geralmente estes profissionais trabalham mal humorados; e aqueles que vestem a camisa da empresa e estão sempre dispostos a colaborar com todos os colegas de trabalho, desempenhando suas funções com entusiasmo, passando aos outros uma motivação constante. Esse último, assume os erros, tenta corrigir e faz o trabalho da melhor maneira na empresa.

O profissional que veste a camisa da instituição, desempenha seu trabalho com honestidade e compromisso e tem o reconhecimento do chefe, de certa forma, acaba sendo mal visto pelos colegas. Ele é o competente que ama o que faz, que se envolve e traz benefícios para a empresa. Segundo o texto do colega estudante de jornalismo, Neverton Matos, o envolvimento profissional eleva a empresa e o trabalhador que se envolve com a filosofia e os princípios da instituição.

Se você ama o que está habilitado a fazer e nos momentos mais difíceis aprende a superar seus limites visando se adequar a sua nova realidade, certamente será considerado um bom profissional. Conseqüentemente, com esse comportamento ético de alto profissionalismo, você receberá o reconhecimento dos seus superiores que certamente te recompensará de alguma foram, evoluindo como ser humano e melhorando sua condição social.

Renato D Ávila Moura
5º período de Jornalismo
Universidade Tiradentes

Marketing Pessoal no trabalho


*Por Aline Bittencourt

É bem verdade que aquelas pessoas que se destacam no ambiente de trabalho, por serem dedicados, esforçados e cumprirem com suas obrigações são na sua maioria, motivo de falatórios de colegas da própria empresa, às vezes do mesmo setor e que deveriam cuidar de seus trabalhos aos invés de perder tempo, como disse nosso amigo Nerverton Matos, "boicotar o trabalho dos outros".

Quando o prazer de desenvolver suas atividades e a ambição positiva em crescer profissionalmente é motivo de problemas dentro da empresa que trabalha, pelo fato do desempenho ser invejado, o melhor que se tem a fazer: é fazer ainda melhor do que já faz, pois aqueles que perdem tempo para cochichar, boicotar e criticar não vão conseguir se desenvolver, suas capacidades vão ficar limitadas aos seus cargos (toda regra tem excessão) e assim continuar a falar mal dos colegas que, ao contrário, buscam sua elevação profissional.

O desempenho de uma pessoa, mede o interesse em fazer melhor. É verdade que nem sempre o reconhecimento vem no ato do seu desenvolvimento, mas pode ter certeza de que um dia virá, seja nesta empresa que trabalha ou em uma outra que poderá vir a trabalhar. Sendo nesta, ou em qualquer outra, seu marketing pessoal no trabalho o ajudará a alçar suas expectavivas e conseguir o reconhecimento profissional. AH! e para os que insistem em invejar seus colegas de trabalho, procure fazer melhor e superar sua mediocridade, trabalhando e mostrando serviço, afinal de contas o salário que ganha é para trabalhar e não para criticar o desempenho dos outros.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Envolvimento Profissional: Desafios do novo século

O texto escrito por José Neverton sobre envolvimento profissional é realmente o que se pode perceber nos dias atuais na maioria das empresas. O ser humano busca emprego que satisfaçam seu interesse e que ele se identifique com as suas habilidades, mas no momento em que percebem que o ambiente não lhe renderá bons frutos, aí entra a decepção.

Um local que deveria ser de tranqüilidade e harmonia se torna um ambiente de muita disputa e deslealdade. Aquele que chega com todo o gás e motivação para desenvolver seu papel e com isso, levar a empresa a obter o sucesso é visto com maus olhos.
Mas porque isso é tão freqüente? Na verdade não se sabem ao certo, mas acredita-se que os “acomodados” na profissão que exercem não se dão por satisfeitos em presenciar um colega de trabalho dando o melhor de si, pois para ele, isso só ocorre pela vontade de se “promover” ou conseguir um aumento de salário no fim do mês. A satisfação profissional está efetivamente ligada aos laços de relacionamento com os colegas de profissão, e saber lidar com as diferenças é o primeiro passo para que haja uma diminuição das desavenças.

Esses “invejosos” são considerados pelos colegas como problemáticos e que gostam de apontar as falhas dos outros, mas quase nunca admitem seus erros. Estão sempre se passando por vítimas e apresentam dificuldade em se relacionar com as pessoas, por serem excessivamente críticos. Mas essa atitude não é só presenciada no comportamento do colega de trabalho, mas também, influi no desenvolvimento da empresa que não se destaca no mercado e perde cada vez mais a credibilidade do cliente.

Para que o sucesso da empresa se torne evidente, faz-se necessário que haja um entrosamento entre os profissionais, pois somente assim, a empresa e os que nela desempenham o seu papel conseguirão prosperar e obter o sucesso desejado. Um ambiente de harmonia e união trará benefícios a saúde de todos, gerando lucro e satisfação a empresa e a quem nela trabalha.

Aisla Vasconcelos
5º Período de Jornalismo
Universidade Tiradentes

A UNIÃO FAZ A FORÇA



Vivemos numa sociedade em que o individualismo é uma constante, pensamos no que de melhor pode me acontecer, ao invés de pensarmos no que de melhor pode nós acontecer. Essa maneira unilateral de vermos o mundo torna tudo mais difícil, se nos déssemos conta do quão valioso e útil, é poder contar com a ajuda do outro, tudo se tornaria mais fácil.
O ambiente de trabalho é o local onde o nós, é o mais importante, pois nunca se está sozinho, seja o patrão ou o cliente sempre temos que lidar com a presença do outro.
O trabalho rende mais e melhor quando as pessoas se comprometem com o que fazem, estão em um ambiente agradável, tem condições de trabalho favoráveis e se ajudam em prol do melhor para a empresa.
Infelizmente esse modelo de empresa é nos dias de hoje, quase que uma utopia. O que vemos diariamente são profissionais que ao se dedicarem ao seu ambiente de trabalho passam a serem descriminados. São vistos pelos colegas como uma ameaça, recebem nome de “puxa saco” e são constantemente perseguidos.
Todavia, não é apenas isso que interfere no rendimento e qualidade de serviço de uma empresa, as condições de trabalho são também de fundamental importância. Quando há um ambiente favorável, as chances de prestar um bom serviço são muito maiores. Seja pela qualidade, quanto pelo empenho e satisfação das pessoas envolvidas.
Sendo assim, para que uma empresa obtenha sucesso é preciso que haja um bom relacionamento interpessoal entre os funcionários, além é claro, de condições de trabalho que permita a melhor execução de suas tarefas.
Por: Carolina Caldas

Relacionamento interpessoal + motivação = envolvimento profissional


O mercado de trabalho torna-se cada vez mais competitivo e seletivo.
O profissional que almeja conquistar um espaço e trilhar uma carreira de sucesso numa empresa tem que estar em sintonia com as oportunidades e as necessidades do seu local de trabalho ao qual presta serviço.

Mas, nem sempre a vontade de se doar mais em prol do melhor desenvolvimento de uma determinada atividade ou função é o suficiente. As condições de trabalho oferecidas pela empresa e o ambiente em comum construído pelos funcionários, são fatores fundamentais para que ocorra o envolvimento profissional do empregado.

Num local onde a intriga e o individualismo imperam o envolvimento profissional torna-se impraticável. Cabe a empresa zelar para que haja um convívio saudável e proveitoso entre os empregados, além de uma boa relação também entre funcionários e patrões.

Existindo um ambiente de trabalho adequado e um bom relacionamento interpessoal, as chances de um melhor desempenho de qualquer profissional, independente de cargo ou função, crescem notoriamente. Daí por diante o comprometimento e o envolvimento com o trabalho torna-se uma consequência que retrata o prazer proporcionado pela atividade desenvolvida.

Formas de motivação como premiações, bônus salarial e principalmente elogios, quando merecidos, além do reconhecimento do trabalho de um empregado, são fundamentais para que o profissional se sinta mais valorizado e com isso queira se doar ainda mais para desempenhar o seu ofício.


Daniela Sampaio - 5º período Jornalismo UNIT

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Envolvimento Profissional

Envolvimento Profissional

Numa sociedade movida pelo ser e ter, envolver-se profissionalmente na função que se exerce, acaba, de certo modo, conquistando alguns tipos de mal-estar com colegas de trabalho. O que para alguns é satisfação em se dedicar num mergulho de corpo e alma no exercício de uma atividade, para outros a visão desse comportamento já é bem diferente, acredita-se que quem assim o faz está pleiteando um espaço melhor dentro do ambiente da empresa.
É muito comum, dentro das relações de trabalho, a ocorrência de olhares de repulsas, cochichos, indiretas e às vezes até frases diretas mesmo, com teor crítico destrutivo. Afinal o fato de querer desempenhar um papel como se a empresa fosse sua é o suficiente para incomodar aqueles que se dão por satisfeitos com a forma que desempenham as suas funções no seu trabalho. Isso quando a situação não se transforma num verdadeiro ódio mortal.
Em geral, associam-se questões como o salário que recebem, a carga horária que trabalham ao tipo de envolvimento profissional do funcionário. A situação é tão incômoda para quem enxerga assim que boicotes, sabotagens e atitudes de natureza perversa são praticadas com a finalidade de desmoronar o trabalho daquela pessoa que entendeu que deveria doar-se um pouco mais.
Porém não se pode descartar o direito de quem se realiza em doação a mais àquilo que faz, pelo prazer de desenvolver e crescer com a sua profissão e, assim sendo, contribuir para a o desenvolvimento da empresa. Afinal a sua reputação também é questionada através da forma como se comporta diante da suas responsabilidades pertinentes à função que desempenha, assim como diante dos seus subordinados, dos colegas e da sociedade em geral.
Uma coisa é certa: o profissional que se envolve anda antenado às necessidades que a empresa a qual ele faz parte precisam ser supridas. Engaja-se totalmente com o objetivo não necessariamente em ser o destaque, mas de colaborar com uma causa maior, ainda que financeiramente o reconhecimento por essa dedicação não ocorra. A sua missão no seu entendimento é apenas fazer diferente, quem sabe até seja o seu marketing pessoal, porém ele não espera rios de elogios. É possível que você conheça alguém assim, por mais utopia que pareça, mas profissionais assim ainda existem, são poucos é bem verdade, ainda mais nesse capitalismo selvagem vigente na sociedade.
José Neverton dos Reis Matos – Jornalismo 5° Período