
Envolvimento é a palavra que norteia a nossa vida. É preciso se destacar no caminho profissional, acadêmico ou pessoal. Mas as forças contrárias atingem aqueles que buscam as oportunidades. Quando alguém é visto fazendo algo de importante em um determinado grupo, já passa a ser a inveja de alguns. O crescimento de uma pessoa envolvida pelo espírito de equipe, infelizmente, não é bem visto no nosso dia a dia.
A turma do “puxa-saquismo”, que vive como parasita, ao lado do chefe ou de outro líder, tem raiva quando vê alguém se destacando com os próprios esforços. Pobres de espírito. Pensam que com a “peixada”, vão galgar altos cargos ou ser bem visto pelos outros. Aquele que se envolve, tem uma visão maior do processo evolutivo, seja onde estiver.
Na sociedade, por mais complicado que seja, só vence que trabalha com gosto na área. Coloquemos o exemplo da nossa. Se formos observar as condições salariais do comunicador, comparado com o que se trabalha (aqui e no restante do Brasil), as vezes chega a ser desalentador. Mas se o trabalho é feito com gosto, com garra e vontade de crescimento (tanto da empresa quanto da própria pessoa), o trabalho se torna prazeroso.
É ai que mais uma vez entra em campo a equipe do “vampiro” (para chupar o sangue de quem quer vencer profissionalmente). O que se monta de armadilhas, sabotagens e mentiras para derrubar a pessoa não é brincadeira. Às vezes parece uma grande trincheira de guerra. Tudo tramado nos mínimos detalhes para que a queda do bom profissional que se envolve seja fatal. E isso não acontece nas empresas não. Acontece em associação de moradores, sindicatos, instituições religiosas (em alguns casos pregam o bem a todos e fazem o contrário) e, infelizmente, até em algumas de nossas faculdades. Estes locais deveriam ser o exemplo de crescimento em equipe, mas às vezes a “euquipe” ou os “grupos fixos” tendem a derrubar as pessoas que gostariam de ver a evolução dento da aera acadêmica. Se for assim no meio de estudos, como é que vai ser na parte profissional?
O importante é se envolver, na profissão, nos estudos ou naquilo que seja de importante para o crescimento pessoal. O mercado está de olho nas pessoas que buscam o seu espaço, mas buscam de forma consciente, sem querer passar por cima, feito rolo compressor. Apesar de estar em falta no nosso convívio diário, uma palavra deve nortear as pessoas que se envolvem na área profissional: a ética. Quem só prega e não pratica, é uma pessoa sem caráter, por mais que seja “para o bem comum” de determinada pessoa.
Em meio a esse capitalismo selvagem quem não tiver ética e força de vontade, será excluído do meio social. E não adianta depois dizer que tem “peixada” para vencer na área que se quer, pois como diz o ditado, “caiu na rede, é peixe”, às vezes pescado da pior das formas.
Rozendo Aragão
5º período de Jornalismo
Universidade Tiradentes.

Nenhum comentário:
Postar um comentário