O texto se propõe a discutir a tendência crescente da importância da qualificação da mão-de-obra para o bom desempenho das empresas, no novo contexto da competitividade internacional, a partir de uma pesquisa realizada na cadeia automotiva brasileira, centrada na análise da relação entre as firmas que compõem os vários níveis dessa cadeia. Apesar de que essa tendência geral esteja presente ao longo da cadeia, ela não se constitui na única a imperar. Discute também os aspectos de precarização do trabalho, que a seu ver, acabam por limitar a difusão dos novos requisitos de qualificação, os quais se articulam com discriminações de gênero e idade presente no mercado de trabalho. Além de uma discussão teórica sobre reestruturação produtiva e trabalho, o artigo analisa os dados da pesquisa de campo e as conclusões alcançadas.
Andréa Star*
5° período de jornalismo
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
domingo, 22 de novembro de 2009
Meu nome é trabalho!
*Por André Brito
Acordar cedo, dormir tarde, levar trabalho pra casa, pensar no final de semana sobre as decisões que precisam ser tomadas na segunda-feira, estar ligado às coisas do trabalho mesmo estando em gozo de férias. Se essas situações estão acontecendo, chegou a hora de parar, dar uma respirada e refletir: sou escravo do trabalho?
Os viciados em trabalho, também chamados de workaholics, pagam um preço muito alto para obterem uma condição de vida um pouco mais elevada. São pessoas que têm verdadeira compulsão pelas coisas relacionadas ao seu trabalho e estão espalhadas por todas as profissões e setores da sociedade.
De médicos a professores, de jornalistas a empresários, o vício pelo trabalho termina gerando consequências muitas vezes irremediáveis. A distância com os familiares e a perda gradativa da saúde são duas dessas heranças malditas que a vida dedicada somente ao trabalho proporciona.
Os workaholics levam ao pé da letra a vivência do castigo que Adão sofreu, segundo a narrativa bíblica, de comer o pão com o suor do rosto. Jogando com palavras, estão mais para o pão que o diabo amassou.
Com tanto trabalho, esquecem que têm família. Não há tempo para o futebol do filho durante os Jogos da Primavera (há sempre uma reunião a participar). Teatro ou cinema com a esposa não dá porque há uma viagem marcada e é preciso estar um dia antes para não correr o risco de chegar atrasado (mundo corporativo sabe como é que é: não se pode perder oportunidade alguma). Primeiro dia na escola do filho nem pensar; é preciso estar antes na empresa.
O discurso é sempre o mesmo: é necessário ganhar dinheiro para poder dar uma condição melhor de vida aos familiares. A intenção até que é boa, todavia gera conflitos, sobretudo, de ordem de relacionamento. São pais que não conhecem seus filhos e os entregam ao bel prazer dos caríssimos “hoteizinhos” (creches para filhos dos ricos), das escolas que afundam as crianças em tempo integral de estudo (é preciso passar no vestibular. Mas o menino ainda é quinta série!) e das babás despreparadas que criam os filhos órfãos de pais vivos. Tudo em nome do pão, do conforto, do carro e do status de cada dia.
Os viciados em trabalho, assim como qualquer outro tipo de dependente, precisam se tratar. Não adianta sacrificar seu lazer e suas relações pessoais, pois o resultado disso é desconforto e disputas judiciais (pensões alimentícias, divisão de bens, filhos com problemas de comportamento).
A não ser que tudo seja conversado, pesado na balança se vale a pena se ausentar da família em nome de condições materiais melhores. Dessa forma, com conversas francas e abertas, a cobrança pela ausência pode ser diminuída. Caso contrário, os estranhos moradores da mesma casa continuarão sua saga de estranheza por toda a vida.
Texto para a disciplina Edição
Profª Susane Vidal
Acordar cedo, dormir tarde, levar trabalho pra casa, pensar no final de semana sobre as decisões que precisam ser tomadas na segunda-feira, estar ligado às coisas do trabalho mesmo estando em gozo de férias. Se essas situações estão acontecendo, chegou a hora de parar, dar uma respirada e refletir: sou escravo do trabalho?
Os viciados em trabalho, também chamados de workaholics, pagam um preço muito alto para obterem uma condição de vida um pouco mais elevada. São pessoas que têm verdadeira compulsão pelas coisas relacionadas ao seu trabalho e estão espalhadas por todas as profissões e setores da sociedade.
De médicos a professores, de jornalistas a empresários, o vício pelo trabalho termina gerando consequências muitas vezes irremediáveis. A distância com os familiares e a perda gradativa da saúde são duas dessas heranças malditas que a vida dedicada somente ao trabalho proporciona.
Os workaholics levam ao pé da letra a vivência do castigo que Adão sofreu, segundo a narrativa bíblica, de comer o pão com o suor do rosto. Jogando com palavras, estão mais para o pão que o diabo amassou.
Com tanto trabalho, esquecem que têm família. Não há tempo para o futebol do filho durante os Jogos da Primavera (há sempre uma reunião a participar). Teatro ou cinema com a esposa não dá porque há uma viagem marcada e é preciso estar um dia antes para não correr o risco de chegar atrasado (mundo corporativo sabe como é que é: não se pode perder oportunidade alguma). Primeiro dia na escola do filho nem pensar; é preciso estar antes na empresa.
O discurso é sempre o mesmo: é necessário ganhar dinheiro para poder dar uma condição melhor de vida aos familiares. A intenção até que é boa, todavia gera conflitos, sobretudo, de ordem de relacionamento. São pais que não conhecem seus filhos e os entregam ao bel prazer dos caríssimos “hoteizinhos” (creches para filhos dos ricos), das escolas que afundam as crianças em tempo integral de estudo (é preciso passar no vestibular. Mas o menino ainda é quinta série!) e das babás despreparadas que criam os filhos órfãos de pais vivos. Tudo em nome do pão, do conforto, do carro e do status de cada dia.
Os viciados em trabalho, assim como qualquer outro tipo de dependente, precisam se tratar. Não adianta sacrificar seu lazer e suas relações pessoais, pois o resultado disso é desconforto e disputas judiciais (pensões alimentícias, divisão de bens, filhos com problemas de comportamento).
A não ser que tudo seja conversado, pesado na balança se vale a pena se ausentar da família em nome de condições materiais melhores. Dessa forma, com conversas francas e abertas, a cobrança pela ausência pode ser diminuída. Caso contrário, os estranhos moradores da mesma casa continuarão sua saga de estranheza por toda a vida.
Texto para a disciplina Edição
Profª Susane Vidal
Bem vindo à selva do mercado de trabalho
Pode parecer brincadeira, mas o fato de você querer fazer seu trabalho bem feito e com responsabilidade irá gerar a famosa IVEJA daqueles que já não acreditam mais em suas capacidades de trabalho. Olhares tortos, comentários infames, fofocas, são alguns dos resultados de um trabalho realizado com prazer e dedicação.
Você pode está pensando que isso tudo parece contraditório, porém mostrarei que não. Em seu ambiente de trabalho há a convivência com pessoas de diferentes formas de pensar, o que leva a diferentes interpretações das ações. Caso seja apaixonado por aquilo que exerce, fará suas obrigações, sem pensar duas vezes, do melhor jeito possível. Isso provavelmente agradará seu chefe ou ao dono de sua empresa. Sendo assim considerado um bom empregado e consequentemente uma pessoa de confiança.
Aos olhares das pessoas que já se acomodaram com a rotina de trabalho isso irá parecer protecionismo ou que existe alguma relação de proximidade entre com o seu superior. Para quem já viveu isso, está só comprovando e quem nunca viveu irá viver. Caso seja alvo desse tipo de comentário, não há porque se lamuriar por causa disso. Pense, estou fazendo meu trabalho como todas as outras pessoas poderiam está fazendo.
O mercado de trabalho está ai para selecionar aqueles que conseguem sobreviver em um meio onde é cada um por si e ninguém por todos. Na selva mortífera só terá um lugar ao sol aquele que se adequar e fazer o que deve ser feito, em relação à produção de conteúdo e de trabalho para a melhoria da sua empresa. Então fazer sua parte e da forma mais correta possível é o lema de sobrevivência.
Wilson Melo
5°Período
Universidade Tiradentes
Você pode está pensando que isso tudo parece contraditório, porém mostrarei que não. Em seu ambiente de trabalho há a convivência com pessoas de diferentes formas de pensar, o que leva a diferentes interpretações das ações. Caso seja apaixonado por aquilo que exerce, fará suas obrigações, sem pensar duas vezes, do melhor jeito possível. Isso provavelmente agradará seu chefe ou ao dono de sua empresa. Sendo assim considerado um bom empregado e consequentemente uma pessoa de confiança.
Aos olhares das pessoas que já se acomodaram com a rotina de trabalho isso irá parecer protecionismo ou que existe alguma relação de proximidade entre com o seu superior. Para quem já viveu isso, está só comprovando e quem nunca viveu irá viver. Caso seja alvo desse tipo de comentário, não há porque se lamuriar por causa disso. Pense, estou fazendo meu trabalho como todas as outras pessoas poderiam está fazendo.
O mercado de trabalho está ai para selecionar aqueles que conseguem sobreviver em um meio onde é cada um por si e ninguém por todos. Na selva mortífera só terá um lugar ao sol aquele que se adequar e fazer o que deve ser feito, em relação à produção de conteúdo e de trabalho para a melhoria da sua empresa. Então fazer sua parte e da forma mais correta possível é o lema de sobrevivência.
Wilson Melo
5°Período
Universidade Tiradentes
Trabalho: dedicação e competência
Num mundo competitivo em que vivemos, cujo mercado reforça a tese que somente os melhores merecem valor e são “competentes”, muitas vezes esta competência não condiz com a realidade deste ou aquele profissional no seu dia-a-dia. As atitudes éticas ou não, sobressaem na medida em que se busca galgar novos paradigmas, cargos, dinheiro e status social que virão naturalmente com trabalho e honestidade. Ledo engano para aqueles que acham que é preciso dá um jeitinho em tudo para ter e ser algo. Na maioria das vezes o egoísmo, a falsidade e o mau caráter cega nossas atitudes e nossos pensamentos, achando que é o caminho mais curto. É preciso saber que temos o direito e o dever de conquistar nossos objetivos e sonhos.
Para alcançarmos tais metas traçadas para a vida profissional, nunca devemos ser desonestos com nossos valores morais, da conduta ética pessoal, uma vez que quando os perdemos, deixamos um pouco o nosso caráter e história como ser humano.
A frase do mito Chaplin “não sois máquinas, homem é que sois”, mostra que é este homem que devemos construir nos nossos dias, se policiando nas atitudes, ego e percepção do próximo. Notamos que também as empresas estão buscando profissionais de mente aberta, que valorize a família, valores a criatividade, o senso de comunicação e diálogo com os demais.
O trabalho em equipe, faz com que o ser humano transforme seu ambiente de trabalho num espaço social benéfico à construção de uma sociedade justa e ética.
Iggor Cleyver - Aluno de jornalimo 5º período
Para alcançarmos tais metas traçadas para a vida profissional, nunca devemos ser desonestos com nossos valores morais, da conduta ética pessoal, uma vez que quando os perdemos, deixamos um pouco o nosso caráter e história como ser humano.
A frase do mito Chaplin “não sois máquinas, homem é que sois”, mostra que é este homem que devemos construir nos nossos dias, se policiando nas atitudes, ego e percepção do próximo. Notamos que também as empresas estão buscando profissionais de mente aberta, que valorize a família, valores a criatividade, o senso de comunicação e diálogo com os demais.
O trabalho em equipe, faz com que o ser humano transforme seu ambiente de trabalho num espaço social benéfico à construção de uma sociedade justa e ética.
Iggor Cleyver - Aluno de jornalimo 5º período
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Envolva-se. Você só tem a crescer.

Envolvimento é a palavra que norteia a nossa vida. É preciso se destacar no caminho profissional, acadêmico ou pessoal. Mas as forças contrárias atingem aqueles que buscam as oportunidades. Quando alguém é visto fazendo algo de importante em um determinado grupo, já passa a ser a inveja de alguns. O crescimento de uma pessoa envolvida pelo espírito de equipe, infelizmente, não é bem visto no nosso dia a dia.
A turma do “puxa-saquismo”, que vive como parasita, ao lado do chefe ou de outro líder, tem raiva quando vê alguém se destacando com os próprios esforços. Pobres de espírito. Pensam que com a “peixada”, vão galgar altos cargos ou ser bem visto pelos outros. Aquele que se envolve, tem uma visão maior do processo evolutivo, seja onde estiver.
Na sociedade, por mais complicado que seja, só vence que trabalha com gosto na área. Coloquemos o exemplo da nossa. Se formos observar as condições salariais do comunicador, comparado com o que se trabalha (aqui e no restante do Brasil), as vezes chega a ser desalentador. Mas se o trabalho é feito com gosto, com garra e vontade de crescimento (tanto da empresa quanto da própria pessoa), o trabalho se torna prazeroso.
É ai que mais uma vez entra em campo a equipe do “vampiro” (para chupar o sangue de quem quer vencer profissionalmente). O que se monta de armadilhas, sabotagens e mentiras para derrubar a pessoa não é brincadeira. Às vezes parece uma grande trincheira de guerra. Tudo tramado nos mínimos detalhes para que a queda do bom profissional que se envolve seja fatal. E isso não acontece nas empresas não. Acontece em associação de moradores, sindicatos, instituições religiosas (em alguns casos pregam o bem a todos e fazem o contrário) e, infelizmente, até em algumas de nossas faculdades. Estes locais deveriam ser o exemplo de crescimento em equipe, mas às vezes a “euquipe” ou os “grupos fixos” tendem a derrubar as pessoas que gostariam de ver a evolução dento da aera acadêmica. Se for assim no meio de estudos, como é que vai ser na parte profissional?
O importante é se envolver, na profissão, nos estudos ou naquilo que seja de importante para o crescimento pessoal. O mercado está de olho nas pessoas que buscam o seu espaço, mas buscam de forma consciente, sem querer passar por cima, feito rolo compressor. Apesar de estar em falta no nosso convívio diário, uma palavra deve nortear as pessoas que se envolvem na área profissional: a ética. Quem só prega e não pratica, é uma pessoa sem caráter, por mais que seja “para o bem comum” de determinada pessoa.
Em meio a esse capitalismo selvagem quem não tiver ética e força de vontade, será excluído do meio social. E não adianta depois dizer que tem “peixada” para vencer na área que se quer, pois como diz o ditado, “caiu na rede, é peixe”, às vezes pescado da pior das formas.
Rozendo Aragão
5º período de Jornalismo
Universidade Tiradentes.
Subprodutos
O dinheiro, principal combustível do sistema econômico ao qual estamos inseridos, vem gradativamente sendo o motivo que acarreta no fim de relacionamentos amorosos, amizades antigas, parcerias musicais e relações entre pessoas nos seus ambientes de trabalho.
A busca incessante por um alto status econômico está deixando em segundo plano conceitos básicos de uma boa convivência social como companheirismo e ética. Tais características quando deixam de existir em um ambiente de trabalho, de certo será questão de pouco tempo para acontecerem os primeiros conflitos entre os que disputam ferozmente uma ascensão no trabalho. A idéia de “concorrência saudável”, caracterizada por um desenvolvimento uniforme da empresa e consequentemente, dos seus colaboradores, dá lugar a uma verdadeira guerra interna em prol da própria evolução.
Um claro exemplo são as lojas que estipulam metas de vendas mensais para os seus empregados e gratificações por vendas realizadas após atingir tais metas. Basta um cliente adentrar o recinto, para muitas vezes a ordem de atendimento ser deixada de lado, e ser travada uma verdadeira corrida para alcançá-lo, não deixando nada a desejar às mais conceituadas provas de atletismo.
Tal tipo de alienação inerente ao capitalismo, remonta, em uma menor proporção talvez mas nem por isso menos assustadora, às cenas do clássico cinematográfico “Tempos Modernos” de Charles Chaplin. Em 1936, o diretor/ator dava seus passos para hoje em dia ser ter seus dotes visionários reconhecidos.
Em tempos em que o otimismo beirando a extinção, a crença predominante é que continuemos tendo nossos maiores desejos nas prateleiras de lojas.
Victor Balde
A busca incessante por um alto status econômico está deixando em segundo plano conceitos básicos de uma boa convivência social como companheirismo e ética. Tais características quando deixam de existir em um ambiente de trabalho, de certo será questão de pouco tempo para acontecerem os primeiros conflitos entre os que disputam ferozmente uma ascensão no trabalho. A idéia de “concorrência saudável”, caracterizada por um desenvolvimento uniforme da empresa e consequentemente, dos seus colaboradores, dá lugar a uma verdadeira guerra interna em prol da própria evolução.
Um claro exemplo são as lojas que estipulam metas de vendas mensais para os seus empregados e gratificações por vendas realizadas após atingir tais metas. Basta um cliente adentrar o recinto, para muitas vezes a ordem de atendimento ser deixada de lado, e ser travada uma verdadeira corrida para alcançá-lo, não deixando nada a desejar às mais conceituadas provas de atletismo.
Tal tipo de alienação inerente ao capitalismo, remonta, em uma menor proporção talvez mas nem por isso menos assustadora, às cenas do clássico cinematográfico “Tempos Modernos” de Charles Chaplin. Em 1936, o diretor/ator dava seus passos para hoje em dia ser ter seus dotes visionários reconhecidos.
Em tempos em que o otimismo beirando a extinção, a crença predominante é que continuemos tendo nossos maiores desejos nas prateleiras de lojas.
Victor Balde
Competitividade X Compromisso
A competência dos contribuintes nas diversas áreas de trabalho se dá através do desempenho, metas e objetivos individual, de cada pessoa. Devido à competitividade nos negócios em qualquer empresa a competitividade pode sim interferir no bom desempenho funcionário-empresa.
O exemplo disso é se uma pessoa chegar à determinada loja para comprar, e o funcionário fica disputando quem atende mais no final um dos clientes sai insatisfeito por passar mais tempo esperando, a humanidade hoje em dia têm pressa, a disponibilidade de tempo é curtíssima.
Atualmente o diferencial entre colegas de trabalho esta diretamente ligada à atitude do envolvimento e comprometimento dos profissionais envolvidos. O maior interesse de qualquer empresa esta concentrada nas qualificações, conhecimentos, habilidades do profissional, se realmente ele veste a camisa da empresa e sua capacidade de conduzir situações, sem está preocupado em derrubar ou querer ser melhor que o colega de trabalho.
UNIVERSIDADE TIRADENTES
ALUNA: TAISE OLIVEIRA SANTOS
5º PERÍODO/NOITE MATÉRIA: EDIÇÃO
PROFESSORA: SUSANE VIDAL
O exemplo disso é se uma pessoa chegar à determinada loja para comprar, e o funcionário fica disputando quem atende mais no final um dos clientes sai insatisfeito por passar mais tempo esperando, a humanidade hoje em dia têm pressa, a disponibilidade de tempo é curtíssima.
Atualmente o diferencial entre colegas de trabalho esta diretamente ligada à atitude do envolvimento e comprometimento dos profissionais envolvidos. O maior interesse de qualquer empresa esta concentrada nas qualificações, conhecimentos, habilidades do profissional, se realmente ele veste a camisa da empresa e sua capacidade de conduzir situações, sem está preocupado em derrubar ou querer ser melhor que o colega de trabalho.
UNIVERSIDADE TIRADENTES
ALUNA: TAISE OLIVEIRA SANTOS
5º PERÍODO/NOITE MATÉRIA: EDIÇÃO
PROFESSORA: SUSANE VIDAL
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