segunda-feira, 23 de novembro de 2009

O texto se propõe a discutir a tendência crescente da importância da qualificação da mão-de-obra para o bom desempenho das empresas, no novo contexto da competitividade internacional, a partir de uma pesquisa realizada na cadeia automotiva brasileira, centrada na análise da relação entre as firmas que compõem os vários níveis dessa cadeia. Apesar de que essa tendência geral esteja presente ao longo da cadeia, ela não se constitui na única a imperar. Discute também os aspectos de precarização do trabalho, que a seu ver, acabam por limitar a difusão dos novos requisitos de qualificação, os quais se articulam com discriminações de gênero e idade presente no mercado de trabalho. Além de uma discussão teórica sobre reestruturação produtiva e trabalho, o artigo analisa os dados da pesquisa de campo e as conclusões alcançadas.

Andréa Star*
5° período de jornalismo

domingo, 22 de novembro de 2009

Meu nome é trabalho!

*Por André Brito


Acordar cedo, dormir tarde, levar trabalho pra casa, pensar no final de semana sobre as decisões que precisam ser tomadas na segunda-feira, estar ligado às coisas do trabalho mesmo estando em gozo de férias. Se essas situações estão acontecendo, chegou a hora de parar, dar uma respirada e refletir: sou escravo do trabalho?

Os viciados em trabalho, também chamados de workaholics, pagam um preço muito alto para obterem uma condição de vida um pouco mais elevada. São pessoas que têm verdadeira compulsão pelas coisas relacionadas ao seu trabalho e estão espalhadas por todas as profissões e setores da sociedade.

De médicos a professores, de jornalistas a empresários, o vício pelo trabalho termina gerando consequências muitas vezes irremediáveis. A distância com os familiares e a perda gradativa da saúde são duas dessas heranças malditas que a vida dedicada somente ao trabalho proporciona.

Os workaholics levam ao pé da letra a vivência do castigo que Adão sofreu, segundo a narrativa bíblica, de comer o pão com o suor do rosto. Jogando com palavras, estão mais para o pão que o diabo amassou.

Com tanto trabalho, esquecem que têm família. Não há tempo para o futebol do filho durante os Jogos da Primavera (há sempre uma reunião a participar). Teatro ou cinema com a esposa não dá porque há uma viagem marcada e é preciso estar um dia antes para não correr o risco de chegar atrasado (mundo corporativo sabe como é que é: não se pode perder oportunidade alguma). Primeiro dia na escola do filho nem pensar; é preciso estar antes na empresa.

O discurso é sempre o mesmo: é necessário ganhar dinheiro para poder dar uma condição melhor de vida aos familiares. A intenção até que é boa, todavia gera conflitos, sobretudo, de ordem de relacionamento. São pais que não conhecem seus filhos e os entregam ao bel prazer dos caríssimos “hoteizinhos” (creches para filhos dos ricos), das escolas que afundam as crianças em tempo integral de estudo (é preciso passar no vestibular. Mas o menino ainda é quinta série!) e das babás despreparadas que criam os filhos órfãos de pais vivos. Tudo em nome do pão, do conforto, do carro e do status de cada dia.

Os viciados em trabalho, assim como qualquer outro tipo de dependente, precisam se tratar. Não adianta sacrificar seu lazer e suas relações pessoais, pois o resultado disso é desconforto e disputas judiciais (pensões alimentícias, divisão de bens, filhos com problemas de comportamento).

A não ser que tudo seja conversado, pesado na balança se vale a pena se ausentar da família em nome de condições materiais melhores. Dessa forma, com conversas francas e abertas, a cobrança pela ausência pode ser diminuída. Caso contrário, os estranhos moradores da mesma casa continuarão sua saga de estranheza por toda a vida.

Texto para a disciplina Edição
Profª Susane Vidal

Bem vindo à selva do mercado de trabalho

Pode parecer brincadeira, mas o fato de você querer fazer seu trabalho bem feito e com responsabilidade irá gerar a famosa IVEJA daqueles que já não acreditam mais em suas capacidades de trabalho. Olhares tortos, comentários infames, fofocas, são alguns dos resultados de um trabalho realizado com prazer e dedicação.

Você pode está pensando que isso tudo parece contraditório, porém mostrarei que não. Em seu ambiente de trabalho há a convivência com pessoas de diferentes formas de pensar, o que leva a diferentes interpretações das ações. Caso seja apaixonado por aquilo que exerce, fará suas obrigações, sem pensar duas vezes, do melhor jeito possível. Isso provavelmente agradará seu chefe ou ao dono de sua empresa. Sendo assim considerado um bom empregado e consequentemente uma pessoa de confiança.

Aos olhares das pessoas que já se acomodaram com a rotina de trabalho isso irá parecer protecionismo ou que existe alguma relação de proximidade entre com o seu superior. Para quem já viveu isso, está só comprovando e quem nunca viveu irá viver. Caso seja alvo desse tipo de comentário, não há porque se lamuriar por causa disso. Pense, estou fazendo meu trabalho como todas as outras pessoas poderiam está fazendo.

O mercado de trabalho está ai para selecionar aqueles que conseguem sobreviver em um meio onde é cada um por si e ninguém por todos. Na selva mortífera só terá um lugar ao sol aquele que se adequar e fazer o que deve ser feito, em relação à produção de conteúdo e de trabalho para a melhoria da sua empresa. Então fazer sua parte e da forma mais correta possível é o lema de sobrevivência.

Wilson Melo
5°Período
Universidade Tiradentes

Trabalho: dedicação e competência

Num mundo competitivo em que vivemos, cujo mercado reforça a tese que somente os melhores merecem valor e são “competentes”, muitas vezes esta competência não condiz com a realidade deste ou aquele profissional no seu dia-a-dia. As atitudes éticas ou não, sobressaem na medida em que se busca galgar novos paradigmas, cargos, dinheiro e status social que virão naturalmente com trabalho e honestidade. Ledo engano para aqueles que acham que é preciso dá um jeitinho em tudo para ter e ser algo. Na maioria das vezes o egoísmo, a falsidade e o mau caráter cega nossas atitudes e nossos pensamentos, achando que é o caminho mais curto. É preciso saber que temos o direito e o dever de conquistar nossos objetivos e sonhos.

Para alcançarmos tais metas traçadas para a vida profissional, nunca devemos ser desonestos com nossos valores morais, da conduta ética pessoal, uma vez que quando os perdemos, deixamos um pouco o nosso caráter e história como ser humano.

A frase do mito Chaplin “não sois máquinas, homem é que sois”, mostra que é este homem que devemos construir nos nossos dias, se policiando nas atitudes, ego e percepção do próximo. Notamos que também as empresas estão buscando profissionais de mente aberta, que valorize a família, valores a criatividade, o senso de comunicação e diálogo com os demais.
O trabalho em equipe, faz com que o ser humano transforme seu ambiente de trabalho num espaço social benéfico à construção de uma sociedade justa e ética.

Iggor Cleyver - Aluno de jornalimo 5º período

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Envolva-se. Você só tem a crescer.




Envolvimento é a palavra que norteia a nossa vida. É preciso se destacar no caminho profissional, acadêmico ou pessoal. Mas as forças contrárias atingem aqueles que buscam as oportunidades. Quando alguém é visto fazendo algo de importante em um determinado grupo, já passa a ser a inveja de alguns. O crescimento de uma pessoa envolvida pelo espírito de equipe, infelizmente, não é bem visto no nosso dia a dia.
A turma do “puxa-saquismo”, que vive como parasita, ao lado do chefe ou de outro líder, tem raiva quando vê alguém se destacando com os próprios esforços. Pobres de espírito. Pensam que com a “peixada”, vão galgar altos cargos ou ser bem visto pelos outros. Aquele que se envolve, tem uma visão maior do processo evolutivo, seja onde estiver.
Na sociedade, por mais complicado que seja, só vence que trabalha com gosto na área. Coloquemos o exemplo da nossa. Se formos observar as condições salariais do comunicador, comparado com o que se trabalha (aqui e no restante do Brasil), as vezes chega a ser desalentador. Mas se o trabalho é feito com gosto, com garra e vontade de crescimento (tanto da empresa quanto da própria pessoa), o trabalho se torna prazeroso.
É ai que mais uma vez entra em campo a equipe do “vampiro” (para chupar o sangue de quem quer vencer profissionalmente). O que se monta de armadilhas, sabotagens e mentiras para derrubar a pessoa não é brincadeira. Às vezes parece uma grande trincheira de guerra. Tudo tramado nos mínimos detalhes para que a queda do bom profissional que se envolve seja fatal. E isso não acontece nas empresas não. Acontece em associação de moradores, sindicatos, instituições religiosas (em alguns casos pregam o bem a todos e fazem o contrário) e, infelizmente, até em algumas de nossas faculdades. Estes locais deveriam ser o exemplo de crescimento em equipe, mas às vezes a “euquipe” ou os “grupos fixos” tendem a derrubar as pessoas que gostariam de ver a evolução dento da aera acadêmica. Se for assim no meio de estudos, como é que vai ser na parte profissional?
O importante é se envolver, na profissão, nos estudos ou naquilo que seja de importante para o crescimento pessoal. O mercado está de olho nas pessoas que buscam o seu espaço, mas buscam de forma consciente, sem querer passar por cima, feito rolo compressor. Apesar de estar em falta no nosso convívio diário, uma palavra deve nortear as pessoas que se envolvem na área profissional: a ética. Quem só prega e não pratica, é uma pessoa sem caráter, por mais que seja “para o bem comum” de determinada pessoa.
Em meio a esse capitalismo selvagem quem não tiver ética e força de vontade, será excluído do meio social. E não adianta depois dizer que tem “peixada” para vencer na área que se quer, pois como diz o ditado, “caiu na rede, é peixe”, às vezes pescado da pior das formas.

Rozendo Aragão
5º período de Jornalismo
Universidade Tiradentes.

Subprodutos

O dinheiro, principal combustível do sistema econômico ao qual estamos inseridos, vem gradativamente sendo o motivo que acarreta no fim de relacionamentos amorosos, amizades antigas, parcerias musicais e relações entre pessoas nos seus ambientes de trabalho.
A busca incessante por um alto status econômico está deixando em segundo plano conceitos básicos de uma boa convivência social como companheirismo e ética. Tais características quando deixam de existir em um ambiente de trabalho, de certo será questão de pouco tempo para acontecerem os primeiros conflitos entre os que disputam ferozmente uma ascensão no trabalho. A idéia de “concorrência saudável”, caracterizada por um desenvolvimento uniforme da empresa e consequentemente, dos seus colaboradores, dá lugar a uma verdadeira guerra interna em prol da própria evolução.
Um claro exemplo são as lojas que estipulam metas de vendas mensais para os seus empregados e gratificações por vendas realizadas após atingir tais metas. Basta um cliente adentrar o recinto, para muitas vezes a ordem de atendimento ser deixada de lado, e ser travada uma verdadeira corrida para alcançá-lo, não deixando nada a desejar às mais conceituadas provas de atletismo.
Tal tipo de alienação inerente ao capitalismo, remonta, em uma menor proporção talvez mas nem por isso menos assustadora, às cenas do clássico cinematográfico “Tempos Modernos” de Charles Chaplin. Em 1936, o diretor/ator dava seus passos para hoje em dia ser ter seus dotes visionários reconhecidos.
Em tempos em que o otimismo beirando a extinção, a crença predominante é que continuemos tendo nossos maiores desejos nas prateleiras de lojas.

Victor Balde

Competitividade X Compromisso

A competência dos contribuintes nas diversas áreas de trabalho se dá através do desempenho, metas e objetivos individual, de cada pessoa. Devido à competitividade nos negócios em qualquer empresa a competitividade pode sim interferir no bom desempenho funcionário-empresa.
O exemplo disso é se uma pessoa chegar à determinada loja para comprar, e o funcionário fica disputando quem atende mais no final um dos clientes sai insatisfeito por passar mais tempo esperando, a humanidade hoje em dia têm pressa, a disponibilidade de tempo é curtíssima.
Atualmente o diferencial entre colegas de trabalho esta diretamente ligada à atitude do envolvimento e comprometimento dos profissionais envolvidos. O maior interesse de qualquer empresa esta concentrada nas qualificações, conhecimentos, habilidades do profissional, se realmente ele veste a camisa da empresa e sua capacidade de conduzir situações, sem está preocupado em derrubar ou querer ser melhor que o colega de trabalho.

UNIVERSIDADE TIRADENTES
ALUNA: TAISE OLIVEIRA SANTOS
5º PERÍODO/NOITE MATÉRIA: EDIÇÃO
PROFESSORA: SUSANE VIDAL

Envolvimento Profissional

Dedicação e envolvimento na vida profissional não é uma tarefa tão simples para ser realizada como parece. O setor dos serviços é todo baseado nos relacionamentos entre pessoas, onde vários profissionais devem tentar viver em hamonia com a equipe de trabalho.
Por vezes a pessoa será incomodada, alvo de fofocas e até tentaram derrubá-lo profissionalmente. Nesses casos é bastante difícil agir com a razão, uma vez que, os sentimentos humanos são institivos e em ocasiões onde a tolerância chegou ao ponto máximo podemos deixar a emoção sobressair a razão.
O envolvimento profissional deve ser trabalhado individualmente e as empresas podem contribuir para estimular o desempenho dos funcionários. Mas como? Semeando o bom relacionamento entre os empregados e motivando-os através de bonificações, elogios e valorização.
É imprescindivel avalaiar se é válida a entrega total ao trabalho apenas para se destacar mais que os outros colegas. Trabalhar não pode ser sinônimo de sofrimento, pois, deste modo não conseguirá nenhum benefício, tanto a si quanto a empresa. O exercício profissional tem que proporcionar o crescimento não só na profissão, mas, também em outros setores da vida.
Diante de todas as cicunstâncias que cada um irá estar e enfrentar, vale a pena lembrar que nem tudo na vida é trabalho, como também não é somente lazer, afinal, como bem diz a frase: "Você bem sabe que a vida não é um mar de rosas".

Lucivânia Pereira
Estudante de Jornalismo
5º período - UNIT
ENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

*Por Renato Moura

Envolver-se profissionalmente é aplicar a experiência do profissional na empresa em que trabalha. É preciso utilizar-se do bom senso e não deixar que as influências negativas atrapalhem seu ambiente de trabalho. Para isso é preciso senso de humor, humildade e competência. Além disso, a pessoa que se dedica para fazer o trabalho da melhor maneira, acaba trazendo benefícios para a empresa e supre as necessidades da mesma.

Nos setores e repartições das empresas existem três tipos de profissionais: Aqueles que estão na empresa, mas são totalmente fechados e fazem o trabalho sem se envolver com a missão e os problemas da mesma; os que executam seu trabalho de maneira egoísta e sigilosa no intuito de ser o detentor do saber, privando seus colegas de maiores informações a cerca do serviço. Geralmente estes profissionais trabalham mal humorados; e aqueles que vestem a camisa da empresa e estão sempre dispostos a colaborar com todos os colegas de trabalho, desempenhando suas funções com entusiasmo, passando aos outros uma motivação constante. Esse último, assume os erros, tenta corrigir e faz o trabalho da melhor maneira na empresa.

O profissional que veste a camisa da instituição, desempenha seu trabalho com honestidade e compromisso e tem o reconhecimento do chefe, de certa forma, acaba sendo mal visto pelos colegas. Ele é o competente que ama o que faz, que se envolve e traz benefícios para a empresa. Segundo o texto do colega estudante de jornalismo, Neverton Matos, o envolvimento profissional eleva a empresa e o trabalhador que se envolve com a filosofia e os princípios da instituição.

Se você ama o que está habilitado a fazer e nos momentos mais difíceis aprende a superar seus limites visando se adequar a sua nova realidade, certamente será considerado um bom profissional. Conseqüentemente, com esse comportamento ético de alto profissionalismo, você receberá o reconhecimento dos seus superiores que certamente te recompensará de alguma foram, evoluindo como ser humano e melhorando sua condição social.

Renato D Ávila Moura
5º período de Jornalismo
Universidade Tiradentes

Marketing Pessoal no trabalho


*Por Aline Bittencourt

É bem verdade que aquelas pessoas que se destacam no ambiente de trabalho, por serem dedicados, esforçados e cumprirem com suas obrigações são na sua maioria, motivo de falatórios de colegas da própria empresa, às vezes do mesmo setor e que deveriam cuidar de seus trabalhos aos invés de perder tempo, como disse nosso amigo Nerverton Matos, "boicotar o trabalho dos outros".

Quando o prazer de desenvolver suas atividades e a ambição positiva em crescer profissionalmente é motivo de problemas dentro da empresa que trabalha, pelo fato do desempenho ser invejado, o melhor que se tem a fazer: é fazer ainda melhor do que já faz, pois aqueles que perdem tempo para cochichar, boicotar e criticar não vão conseguir se desenvolver, suas capacidades vão ficar limitadas aos seus cargos (toda regra tem excessão) e assim continuar a falar mal dos colegas que, ao contrário, buscam sua elevação profissional.

O desempenho de uma pessoa, mede o interesse em fazer melhor. É verdade que nem sempre o reconhecimento vem no ato do seu desenvolvimento, mas pode ter certeza de que um dia virá, seja nesta empresa que trabalha ou em uma outra que poderá vir a trabalhar. Sendo nesta, ou em qualquer outra, seu marketing pessoal no trabalho o ajudará a alçar suas expectavivas e conseguir o reconhecimento profissional. AH! e para os que insistem em invejar seus colegas de trabalho, procure fazer melhor e superar sua mediocridade, trabalhando e mostrando serviço, afinal de contas o salário que ganha é para trabalhar e não para criticar o desempenho dos outros.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Envolvimento Profissional: Desafios do novo século

O texto escrito por José Neverton sobre envolvimento profissional é realmente o que se pode perceber nos dias atuais na maioria das empresas. O ser humano busca emprego que satisfaçam seu interesse e que ele se identifique com as suas habilidades, mas no momento em que percebem que o ambiente não lhe renderá bons frutos, aí entra a decepção.

Um local que deveria ser de tranqüilidade e harmonia se torna um ambiente de muita disputa e deslealdade. Aquele que chega com todo o gás e motivação para desenvolver seu papel e com isso, levar a empresa a obter o sucesso é visto com maus olhos.
Mas porque isso é tão freqüente? Na verdade não se sabem ao certo, mas acredita-se que os “acomodados” na profissão que exercem não se dão por satisfeitos em presenciar um colega de trabalho dando o melhor de si, pois para ele, isso só ocorre pela vontade de se “promover” ou conseguir um aumento de salário no fim do mês. A satisfação profissional está efetivamente ligada aos laços de relacionamento com os colegas de profissão, e saber lidar com as diferenças é o primeiro passo para que haja uma diminuição das desavenças.

Esses “invejosos” são considerados pelos colegas como problemáticos e que gostam de apontar as falhas dos outros, mas quase nunca admitem seus erros. Estão sempre se passando por vítimas e apresentam dificuldade em se relacionar com as pessoas, por serem excessivamente críticos. Mas essa atitude não é só presenciada no comportamento do colega de trabalho, mas também, influi no desenvolvimento da empresa que não se destaca no mercado e perde cada vez mais a credibilidade do cliente.

Para que o sucesso da empresa se torne evidente, faz-se necessário que haja um entrosamento entre os profissionais, pois somente assim, a empresa e os que nela desempenham o seu papel conseguirão prosperar e obter o sucesso desejado. Um ambiente de harmonia e união trará benefícios a saúde de todos, gerando lucro e satisfação a empresa e a quem nela trabalha.

Aisla Vasconcelos
5º Período de Jornalismo
Universidade Tiradentes

A UNIÃO FAZ A FORÇA



Vivemos numa sociedade em que o individualismo é uma constante, pensamos no que de melhor pode me acontecer, ao invés de pensarmos no que de melhor pode nós acontecer. Essa maneira unilateral de vermos o mundo torna tudo mais difícil, se nos déssemos conta do quão valioso e útil, é poder contar com a ajuda do outro, tudo se tornaria mais fácil.
O ambiente de trabalho é o local onde o nós, é o mais importante, pois nunca se está sozinho, seja o patrão ou o cliente sempre temos que lidar com a presença do outro.
O trabalho rende mais e melhor quando as pessoas se comprometem com o que fazem, estão em um ambiente agradável, tem condições de trabalho favoráveis e se ajudam em prol do melhor para a empresa.
Infelizmente esse modelo de empresa é nos dias de hoje, quase que uma utopia. O que vemos diariamente são profissionais que ao se dedicarem ao seu ambiente de trabalho passam a serem descriminados. São vistos pelos colegas como uma ameaça, recebem nome de “puxa saco” e são constantemente perseguidos.
Todavia, não é apenas isso que interfere no rendimento e qualidade de serviço de uma empresa, as condições de trabalho são também de fundamental importância. Quando há um ambiente favorável, as chances de prestar um bom serviço são muito maiores. Seja pela qualidade, quanto pelo empenho e satisfação das pessoas envolvidas.
Sendo assim, para que uma empresa obtenha sucesso é preciso que haja um bom relacionamento interpessoal entre os funcionários, além é claro, de condições de trabalho que permita a melhor execução de suas tarefas.
Por: Carolina Caldas

Relacionamento interpessoal + motivação = envolvimento profissional


O mercado de trabalho torna-se cada vez mais competitivo e seletivo.
O profissional que almeja conquistar um espaço e trilhar uma carreira de sucesso numa empresa tem que estar em sintonia com as oportunidades e as necessidades do seu local de trabalho ao qual presta serviço.

Mas, nem sempre a vontade de se doar mais em prol do melhor desenvolvimento de uma determinada atividade ou função é o suficiente. As condições de trabalho oferecidas pela empresa e o ambiente em comum construído pelos funcionários, são fatores fundamentais para que ocorra o envolvimento profissional do empregado.

Num local onde a intriga e o individualismo imperam o envolvimento profissional torna-se impraticável. Cabe a empresa zelar para que haja um convívio saudável e proveitoso entre os empregados, além de uma boa relação também entre funcionários e patrões.

Existindo um ambiente de trabalho adequado e um bom relacionamento interpessoal, as chances de um melhor desempenho de qualquer profissional, independente de cargo ou função, crescem notoriamente. Daí por diante o comprometimento e o envolvimento com o trabalho torna-se uma consequência que retrata o prazer proporcionado pela atividade desenvolvida.

Formas de motivação como premiações, bônus salarial e principalmente elogios, quando merecidos, além do reconhecimento do trabalho de um empregado, são fundamentais para que o profissional se sinta mais valorizado e com isso queira se doar ainda mais para desempenhar o seu ofício.


Daniela Sampaio - 5º período Jornalismo UNIT

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Envolvimento Profissional

Envolvimento Profissional

Numa sociedade movida pelo ser e ter, envolver-se profissionalmente na função que se exerce, acaba, de certo modo, conquistando alguns tipos de mal-estar com colegas de trabalho. O que para alguns é satisfação em se dedicar num mergulho de corpo e alma no exercício de uma atividade, para outros a visão desse comportamento já é bem diferente, acredita-se que quem assim o faz está pleiteando um espaço melhor dentro do ambiente da empresa.
É muito comum, dentro das relações de trabalho, a ocorrência de olhares de repulsas, cochichos, indiretas e às vezes até frases diretas mesmo, com teor crítico destrutivo. Afinal o fato de querer desempenhar um papel como se a empresa fosse sua é o suficiente para incomodar aqueles que se dão por satisfeitos com a forma que desempenham as suas funções no seu trabalho. Isso quando a situação não se transforma num verdadeiro ódio mortal.
Em geral, associam-se questões como o salário que recebem, a carga horária que trabalham ao tipo de envolvimento profissional do funcionário. A situação é tão incômoda para quem enxerga assim que boicotes, sabotagens e atitudes de natureza perversa são praticadas com a finalidade de desmoronar o trabalho daquela pessoa que entendeu que deveria doar-se um pouco mais.
Porém não se pode descartar o direito de quem se realiza em doação a mais àquilo que faz, pelo prazer de desenvolver e crescer com a sua profissão e, assim sendo, contribuir para a o desenvolvimento da empresa. Afinal a sua reputação também é questionada através da forma como se comporta diante da suas responsabilidades pertinentes à função que desempenha, assim como diante dos seus subordinados, dos colegas e da sociedade em geral.
Uma coisa é certa: o profissional que se envolve anda antenado às necessidades que a empresa a qual ele faz parte precisam ser supridas. Engaja-se totalmente com o objetivo não necessariamente em ser o destaque, mas de colaborar com uma causa maior, ainda que financeiramente o reconhecimento por essa dedicação não ocorra. A sua missão no seu entendimento é apenas fazer diferente, quem sabe até seja o seu marketing pessoal, porém ele não espera rios de elogios. É possível que você conheça alguém assim, por mais utopia que pareça, mas profissionais assim ainda existem, são poucos é bem verdade, ainda mais nesse capitalismo selvagem vigente na sociedade.
José Neverton dos Reis Matos – Jornalismo 5° Período

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Baixou o "Cabôco" Mamador?

A infância é, sem dúvida alguma, a fase da vida das pessoas que mais marca, que mais se apodera e conduz o rumo dos adultos, seja na América, na Europa, África. A fase oral, época em que as crinaças se aponderam dos peitos maternos e se insurgem contra a fome em busca de um leite vital, mostra a sua força percorrendo toda existência dos seres humanos. Aqui em Sergipe - claro, não estamos em outro mundo - não poderia ser diferente.

Quem reforçou essa idéia da constante volta ao seio, ao alimento perfeito, ao nutrir-se do sangue de onde jorra conforto, bem-estar, força e alimento foi o ex-governador João Alves Filho, quando - em um momento infeliz e inconsequente - conclamou, em discurso durante em encontro do PSDB realizado em Aracaju, prefeitos sergipanos a mamarem nas tetas do governo Marcelo Déda.

Evidentemente, a falácia - palavra dita e flecha lançada não voltam atrás - fervilhou um turbilhão de protestos dos prefeitos ofendidos; movimentou programas de rádio; gerou burburinho no Senadinho (para quem não conhece, é um reduto de aposentados que batem-papo todas as tardes no Calçadão da rua João Pessoa); foi tema de aulas de redação; discussão nas universidades, faculdades e feiras livres; ufa...em todo lugar se alardeou o discurso de João.

Os prefeitos, organizados em associações, expuseram um veemente protesto através de jornais de grande circulação no estado. Claro, o lisonjeio do convite à mamata feriu o brio dos gestores. Ensandecidos, rasgaram o verbo contra Filho. Mas, meu filho, isso é coisa que se faça?!

As emissoras de rádio fizeram a festa sobre o leite derramado e tome fogo no leite. O bichinho ferveu e sobejou, a panela não tinha borda alta e o momento era propício a um levante contra o ex. Deu no que deu: uma enxurrada de raivosas e intrépidas artilharias de quem já deixou de mamar há algum tempo.

O Governador Marcelo Déda também revidou os colóquios flácidos de João que - nem em pensamento - acalentou bovino, pelo contrário: abriu a porteira para boiada passar, assim como um bloco do Pré-Caju, que sai arrastando tudo pela frente.

O que chama a atenção nisso tudo é que só parece que baixou no ex-governador um "cabôco" mamador, daqueles que saem ordinariamente dissipando palavras ao tagarelar de quem não refreia a língua nem dando cachaça de Capela. Convidar para o deleite do leite do Governo e depois querer que os prefeitos estejam com ele no próximo ano quando da eleição, foi no mínimo, uma atitude infante.

Teria o ex voltado aos tempos de menino (ele já chamou Déda assim com esta alcunha) e relembrado do leite que o alimentou? Não dá para entender! Com tanta experiência e cancha política, alguém poderia imaginar que João pudesse um dia cair em uma esparrela dessas? Acredito que nem o mais crédulo dos inchadinhos (aqueles viciados em álcool que ficam nas praças de Aracaju) acreditaria que um dia isso pudesse acontecer. nem os senadores do Calçadão imaginariam nas suas heróicas conversas cotidianas que uma vez na vida tamanha coisa pudesse ser dita.

Chama o pai-de-santo!



André L. S. Brito

Universidade Tiradentes
Jornalismo
Disciplina: Edição
Prof. Susane Vidal

Em Busca da Perfeição

O esforço para atingir a forma fisíca perfeita segundo os padrões estabelecidos por a sociedade esta levando jovens de aparência saudável á dependência de um vício supérfluo, na maioria das vezes, uma ida sem volta. Os estéroides anabolizantes são substâncias semelhantes a hormônios sexuais que causam o aumento da massa muscular com desenvolvimentos e características masculinas. Essa massa corporal proporciona o crescimento gradual do corpo de dissipar proteínas além da retenção do líquido provocando inchaço nos músculos.
A progressividade do número de pessoas que aderem ao uso de anabolizantes para adquirir força, resistência e velocidade é máxima.
Sem a capacidade de reagir imediatamente ao uso do medicamento, apesar de proibido, passa a ser visto hoje perante a sociedade como um caso de saúde pública.
Essa droga geralmente é oferecida em academias de ginásticas pelo próprio instrutor com a orientação, segundo pesquisas, de que o desenvolvimento do aluno chegou ao fim. Não há uma fiscalização intensa na venda desses produtos, os mesmos são vendidos de forma ilegal, cuja propaganda vai passando de boca em boca, o que facilita o acesso das pessoas.`
É geralmente no verão em que há uma maior demanda na utilização de anaboliizantes, pois mulheres e homens para obterem uma forma vantajosa das curvas e queima de gordura em menor tempo aderem ao ato. Atualmente é comum encontrar em academias mulheres assumidas, literalmente sem constragimento algum, que fazem o uso de estéroides mais conhecido como bomba. A droga preferida é a injetável Winstrol, aplicada no glúteo que provoca o dobramento da capacidade de produzir músculos.
Dietas radicais aliadas ao uso do anabolizante, com a ilusão de um corpo benfazejo, trazem vários efeitos colaterias como o desenvolvimento de um câncer, problemas no fígado, impotência sexual, derrame cerebral, alterações de comportamento, surgimento de acne.
Nos homens há uma retenção de esperma, dificuldade ou dor ao urinar, calvície, redução na função sexual, crescimento de mamas. Já nos jovens de ambos os sexos, pode suceder o crescimento tornando-o mais baixo. a interrupção do uso de anabolizantes pode causar depressão, insônia, fadiga, dores de cabeça e muscular, vontade de usá-lo novamente.
Existem maneiras saudáveis de adquirir massa muscular, mas seus resultados não são tão imediatos e os praticantes de exercícios não têm consciência do tamanho risco que está trazendo para si mesmo, talvez um caminho sem volta. Em nome de um corpo sarrado, preferem arriscar.

Taise Oliveira Santos
5º período - Noite
Universidade Tiradentes

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Censo 2010 será informatizado

O Censo Demográfico 2010 trará novas perguntas à população. Dentre as novidades estão perguntas sobre união entre pessoas do mesmo sexo, computadores domiciliares com acesso à internet, emigração internacional, acesso a programas de transferência de renda do governo.
Outra novidade é que este será o primeiro censo totalmente informatizado: os cerca de 230 mil recenseadores vão contar com um computador de mão e GPS para trabalhar. Eles vão visitar aproximadamente 58 milhões de domicílios nos 5.565 municípios do país.
As mudanças foram anunciadas no dia 01 de setembro de 2009, na sede do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro.
As novidades serão importantes para acompanhar as mudanças ocorridas na sociedade brasileira nos últimos dez anos. É a tecnologia avançando e adentrando nosso dia a dia. Outro ponto positivo é que depois de encerrado o Censo, cerca de 140 mil computadores de mão que serão utilizados na pesquisa, vão ser transferidos para o Ministério de Educação que vai distribuir os equipamentos para as redes de professores das escolas municipais.
O presidente do instituto, Eduardo Pereira Nunes, disse que a informatização não será útil apenas na apuração dos dados, mas também na disseminação da informação.

PADRÃO POP HOMOGÊNEO MODISTA

Cds uniformes, singles repetitivos, arranjos manjados e letras melosas. Estes são os ingredientes nem um pouco secretos que a maioria das grandes bandas de rock do país se utilizam para permanecer no topo das paradas. Como um processo rotativo, a cada dois anos lá estão elas contribuindo para o massivo processo de alienação pública: falam as mesmas coisas, tocam a mesma m* de sempre. Culpa dos músicos? Acredito que não. Afinal de contas, eles falam apenas aquilo que lhes é permitido falar. Em grande parte, a culpa vem de quem lhes restringe.

Isso mesmo. Os produtores musicais brasileiros de mass media não está indo nada bem. E quando falamos de rock o problema é ainda pior. Um exemplo de nossa massificação anti-cultural pode ser observado com freqüência em programas televisivos: Os grandes produtores “escolhem” meninos, ou meninas, com uma aparência agradável, mínimo de talento musical, e, principalmente, que já tenham tendência a tocar um som comercial, para que, em poucos dias, se transformem em mais produto de consumo.

Acontece na TV, acontece também nos palcos. Quantas bandas que, SOZINHAS, e com um som consideravelmente enriquecido conquistaram muitos fãs e que, ao fecharem contrato com gravadoras grandes, perderam sua identidade? Cultura não se faz do dia pra noite, nem muito menos é reciclável.

O padrão pop homogêneo modista não é o problema de quem toca, mas sim, de quem produz. Isso acontece tanto no Brasil quanto em qualquer outro lugar do mundo. A questão é que enquanto as produções musicais de rock Europeu, japonês e até Estadunidense, incentivam os músicos a criar, buscando assim características próprias e fazendo sons fora do convencional, o Brasil, que ainda se confronta com essa questão da uniformidade musical como caminho certo de fama e lucro, incentiva a copiar. E assim é favorecido o empobrecimento da cultura em prol do enriquecimento alheio. Nada de novo a acrescentar, apenas negócios.


Marcel Andrade

Universidade tiradentes (UNIT) - Jornalismo

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Realização de um sonho ou enganação?

Após o anuncio do programa do governo federal, minha casa minha vida, onde prevê a construção de milhares de casas em todo país para pessoas que não possuem renda ou até 10 salários mínimos, foi causada uma grande esperança principalmente para quem vive de aluguel e sonha com uma casa própria.

Mas e aí como obter uma casa? Se você estiver realmente disposto, terá que estar com paciência para suportar a correria para pegar uma senha. Em Sergipe não é diferente, quatro municípios foram beneficiados: Aracaju, Barra dos coqueiros, São Cristóvão e Nossa Senhora do socorro. Famílias se reservaram nas filas de um dia para o outro nesta esperança e até agora nenhuma notícia deste cadastro e menos ainda onde essas casas estão sendo construídas.

Isso parece muito mais com falsa promessa do que realidade de uma moradia própria e digna, meses se passaram e simplesmente as longas filas serviram apenas para criar expectativa e nutri a grande esperança que toma conta do povo brasileiro, do povo sergipano.

Porque não se planejar onde as casas seriam construídas, determinar tal local em cada município e assim concretamente tentar fazer realidade? Não se deve brincar com o povo, ou melhor, com os sonhos alheios, enganar pais de famílias, homens e mulheres trabalhadores que sobrevivem a cada dia só Deus sabe como.

E agora a quem recorrer? Para alguns há uma luz no fundo do túnel, já que no próximo ano é um ano de eleições. Mais um ano onde os salvadores da pátria vão aparecer levantando a bandeira da moradia. E até quando deixar-se enganar por pessoas que brincam de fazer política se utilizando o bem publico como verdadeiros trampolins para galgarem seus desejos pessoais?
Diante de acontecimentos como este não podemos cruzar os braços e deixar que se utilize da necessidade do povo para fazer política barata e desumana, este basta só será dado quando fizermos valer os nossos direitos e escolhermos representantes que buscam o bem comum de todos; mas até que essa consciência faça parte da humanidade essas promessas precisam ser cobradas.
Ceiça Dias (Maria da Conceição)
Universidade Tiradentes
Jornalismo-5º período

Políticas públicas para todos

Por Aline Bittencourt
A democratização do esporte para todos deveria ser uma das prioridades por parte das autoridades. O esporte como vetor para o direito à cidadania, à liberdade e educação; esporte como direito e não mais esporte como forma de "manipulação de opiniões".

É dever do Estado fomentar as práticas desportivas formais e não formais como direito de cada um. Aqui em Sergipe, há um trabalho em torno dessas políticas, encabeçado pelo secretário de Estado do Esporte e Lazer (Seel), Maurício Pimentel. "Torneios escolares, praças com campos de futebol e espaços para a prática de atividades físicas fazem parte do projeto do Governo Federal e aderido pelo Governo do Estado", revela o secretário de Estado do Esporte. A diretora executiva do Ministério do Esporte, Cássia Damiani, também ressalta que a prática de esporte é a preparação para conquistas culturaisque pode e deve fazer parte da sociedade.

A academia tem que acompanhar e avaliar o processo de das políticas púlbicas, assim o esporte deixa de ser somente uma "coisa" massificada. Participar e organizar ações sociais, acompanhando projetos do seu município, para pensar soluções para a implantação do esporte na comunidade ou instituição da qual se faça parte, é um direito e dever de todos.

"O esporte como inclusão social, nada mais é que a democratização de uma atividade para àquelas pessoasque não tem condições sequer, de mobilidade para políticas públicas", afirma Cássia. A implantação da prática esportiva nas escolas, além de proporcionar lazer, proporciona principalmente a inclusão de muitas crianças que poderiam fazer parte do índice de marginalidade no país.


Esporte é uma forma de elevar o conhecimento, é um forma de aprofundar uma área que foi desenvolvida enquanto conhecimento, conquistado pela humanidade. É importante que se conheça e saiba assistir um esporte, dar opinião, porque dessa forma você interage com o esporte e consequentemente ajuda na valorização do esporte como parte da nossa cultura.


Comunicação Social: Jornalismo
5º Período

Prêmio Nacional de Gestão Escolar valoriza escola estadual em Socorro

Apesar de apresentar índices baixos na educação, colégio estadual em
Nossa Senhora do Socorro é reconhecido como referência nacional. A escola estadual
Leão Magno Malta Brasil ganhou, no começo do mês, prêmio de referência
em Gestão Escolar.

O fato impressiona pessoas como seu Francisco Moura, Ex diretor e
professor do colégio Ateneu Sergipense. " Antigamente as escolas
públicas eram as mais concorridas pelas pessoas da sociedade, pois o
ensino era de boa qualidade e haviam recursos para os alunos estudarem ". A escola Leão Magno driblou 80 escolas de Sergipe que concorreram ao prêmio.

A instituição situada no conjunto jardim, região de poucos recursos
financeiros, tem qualidade de ensino, mas não é por causa do governo nem
da prefeitura de Socorro que eles tornaram-se referência em gestão
escolar. " Faço questão de manter dura disciplina militar e nessa instituição os alunos têm que seguir as regras rigidamente.", afirma Geilzo Bispo, diretor e professor da instituição desde 2007.

Fardados com blusa do colégio e calças jeans, os alunos não sendo permitido entrar na escola com bermudas ou calças curtas. Essa é uma série de normas que são aplicadas na instituição para manter o ensino e o aprendizado dos alunos, pois assim terão um futuro melhor.

O Diretor e professor, Gailzo bispo, irá viajar para os Estados Unidos da América (EUA) para, juntamente com 26 representantes de colégios públicos que irão representar suas federações. A viagem tem o objetivo de realizar intercâmbio entre os membros dessas escolas e os representantes de escolas americanas. Apesar da precariedade do ensino público no Brasil, existem instituições com novos modelos de gestão escolar e ensino de boa qualidade.


Renato Moura
5º periodo
Universidade Tiradentes

Projetos Políticos No Mínimo Diferentes

"Proposições excêntricas de deputados e senadores fazem o anedotário dos parlamentos de todos os países. No Brasil, há coisas tão extraordinárias como o projeto de um ex-deputado gaúcho que desejava “fazer justiça aos perus”, denominando também de presunto as coxas e sobrecoxas dessas aves porque sua carne era tão saudável quanto a do porco e portanto merecia o mesmo status. Para não ficar atrás, um deputado paulista propôs a criação do Dia da Refrigeração, argumento que seria de justiça “reconhecer a inegável importância do ar-condicionado e o papel da refrigeração como elemento chave do progresso e desenvolvimento da humanidade".


Político é um representante do POVO. Político quando eleito, deve fazer as leis em nome do povo. Político é empregado NOSSO.
Nenhum deles quando faz alguma coisa está fazendo um favor. Apenas cumprindo sua obrigação.
A gente assiste jornal, vê no nosso cotidiano quanta coisa precisa ser melhorada no Brasil e ninguém faz nada. Começando pelo sistema de saúde que é crítico, ou no mínimo, intrigante.

Quer mais? Desemprego. Embora a geração de empregos tenha aumentado nos últimos anos, ainda tem muito o que se fazer. Criminalidade. A violência está crescendo a cada dia, isso não é segredo pra ninguém.
Desigualdade social. Outra coisa que tem melhorado nos últimos anos, mas vá lá, ainda vivemos num país cheio de injustiça. Educação. Aí a lista é grande: falta professores, prédios em péssimas condições, falta material didático...

Daí vêm essas aberrações com projetos para fazer justiça aos perus e reconhecer a inegável importância do ar-condicionado? Só pode ser piada. E de muito mau gosto, diga-se de passagem.
Haveria de ter um jeito rápido de mandar embora de suas cadeirinhas confortáveis políticos que não se comportam como nossos empregados.

As eleições de 2010 se aproximam. Que os eleitores deixem de lado seus olhos de cego na hora de pressionar o botãozinho verde. Que votem com consciência. Que pensem uma, duas, três vezes.

É preciso extinguir esses políticos-aberrações.



Nayane Fontes,

Jornalismo, 5º período.

Universidade Tiradentes.

COTAS: A REALIZAÇÃO DE UM SONHO.



Ao falar de cotas, muitas pessoas se assustam e as opiniões se divergem. Seja racial, econômica ou econômico-racial, o assunto gera discussões.
Para muitos as cotas, nada mais são que uma forma preconceituosa de classificar a capacidade de um determinado grupo de pessoas, mediante a cor da pele ou classe social a qual pertencem. Todavia, para as pessoas que serão beneficiadas, o novo sistema torna possível a realização de um sonho.
As cotas são políticas implantadas ou patrocinadas pelo Estado com o objetivo de resgatar ou, no mínimo, conter os problemas sociais que subjugam as classes sociais e limitam o acesso destes as universidades públicas. O sistema funciona no sentido de compensar séculos de discriminação e preconceitos, abrindo oportunidades para os integrantes dessas minorias, o que é uma iniciativa louvável.
Felizmente, a Universidade Federal de Sergipe adotou para o vestibular de 2010, dentre outras políticas de ações afirmativas, as cotas. Segundo o reitor da UFS, Josué Modesto dos Passos Sobrinho, a aprovação do novo sistema representa um coroamento na tentativa de tornar a universidade mais inclusiva.
Na UFS, as políticas de ações afirmativas destinaram vagas para alunos portadores de deficiência, estudantes de escolas públicas, negros, índios e pardos. Dos 50% das vagas para alunos da rede pública, 70% serão destinadas aos que se declararem pardos, índios ou afro-descendentes. Sendo reservada ainda, uma vaga para portadores de deficiência em cada um dos cursos. O novo sistema representa sem dúvida, uma chance a mais para esses alunos ingressarem no ensino superior público.
Das 200 vagas existentes para os cursos de Direito e Medicina, apenas uma a quatro vagas são ocupadas por alunos advindos de escolas públicas, exemplificando a histórica falta de inclusão presente nas universidades.
As políticas afirmativas buscam garantir a formação superior a uma parcela da população que ocupa as camadas mais baixas da sociedade. Outro ponto positivo, é que para isso, os alunos não terão privilégios quanto à prova concorrendo, portanto, a todas as situações propostas aos candidatos. Sendo beneficiados, aqueles que tirarem as melhores notas, ou seja, que melhor se preparam ao longo do ano.
A medida é esperada com grande expectativa por aqueles que dela dependem para ver o seu sonho realizado. Estimasse que mais de cinco mil alunos da rede pública se inscrevam no processo seletivo 2010.
Para essas pessoas, as cotas representam a possibilidade de ingressar no ensino superior e de galgar um futuro melhor, uma vez, que muitos deles não possuem condições de arcar com os custos de formação em uma instituição particular.
O programa aprovado pelo Conselho do Ensino, da Pesquisa e da Extensão (Conepe) da Universidade Federal de Sergipe terá duração de dez anos e será nos cinco primeiros anos, após a formatura das primeiras turmas, submetido a avaliações. Uma junta deverá monitorar o funcionamento, avaliar os resultados e sugerir mudanças que possam vir a melhorar o sistema.
Sendo assim, esses grupos têm dez anos já assegurados, para galgar seu lugar ao sol. Um caminho de luta, dedicação e persistência, mas dessa vez com a certeza de que o ingresso no ensino superior público, não mais será sonho e sim uma realidade.


Autora: Carolina Caldas
5º período - Jornalismo.
Universidade Tiradentes

Pobre Futebol Sergipano

O futebol sergipano atravessa um dos seus piores momentos. A torcida que ano passado viu o Confiança próximo a Série B, agora se apega a um fio de esperança para levar o Club Sportivo Sergipe a terceira divisão do futebol nacional e salvar o ano de 2009.

A Associação Desportiva Confiança, por exemplo, mesmo com a conquista do bi campeonato estadual amargou maus momentos nas competições promovidas pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol), primeiro foi a Copa do Brasil, quem acreditava no bom desempenho da equipe proletária, viu a agremiação do bairro industrial perder sua vaga para a fraca equipe do ICASA do Ceará que acabara de rebaixada para a segunda divisão daquele estado, depois veio o Campeonato Brasileiro da Série C, e mais um péssimo desempenho da equipe azul e branca culminando no rebaixamento para a quarta divisão.

Uma luz no fim do túnel se acende para salvar o nosso futebol de mais uma decepção, o Sergipe que disputa a Série D tem a oportunidade de ocupar a vaga deixada pelo Confiança e voltar para a terceirona, pois é, terceirona. Como já está na terceira fase da competição, a equipe rubra joga sua sorte na disputa por um lugar na Série C do próximo ano. Após passar pelas duas primeiras etapas do campeonato, o vermelhinho entra na disputa por uma das quatro vagas da fase final.

A que ponto chegou o nosso futebol, torcer para ascender a terceira divisão, diferente dos nossos vizinhos alagoanos que vibram com o acesso de uma equipe do interior para a Série B, o ASA de Arapiraca.

O que fazer para resgatar a hegemonia do futebol sergipano, mudar os dirigentes da federação e dos clubes? Maior investimento dos governantes? Seria esse o caminho correto?Enquanto não houver uma mobilização geral por parte de dirigentes, governantes e torcedores no sentido de promover uma ampla discussão dos aspectos a serem melhorados para esse resgate, não passaremos da quarta divisão. Ficará apenas a lembrança de jogos memoráveis, onde Confiança, Sergipe e Itabaiana representaram um dia esse futebol no cenário nacional com memoráveis partidas e grandes arrecadações.


Iggor Cleyver
Universidade Tiradentes
Jornalismo - 5º Período

PEGA OU NÃO PEGA?

É proibido fumar, diz o aviso que eu li, é proibido fumar, pois o fogo pode pegar. Quem nunca ouviu está música, ela está virando moda em nosso Estado. Depois do Estado de São Paulo ter aprovado a lei Antifumo em Abril deste ano, os outros Estados passaram a seguir o mesmo modelo, prova disso, é que os políticos sergipanos já começaram a se articularem para colocar em pauta o projeto de lei que regulamenta a utilização do cigarro ou derivados do tabaco em ambientes de uso coletivo, públicos ou privados, como áreas internas de bares e restaurantes, hospitais, cinemas, áreas de trabalho, além de áreas comuns fechadas de condomínio. A proposta foi aprovada em primeira discussão pelos demais parlamentares no começo do mês de agosto.

O projeto de lei voltará a pauta da sessão para nova analise, depois disso, a proposta deve ser discutida pelas comissões da Assembléia Legislativa. Se aprovada nas duas discussões, será encaminhado para a avaliação do prefeito de Aracaju.
Alguém ai se habilita em afirmar que está lei vai pegar? Isso não se tem certeza, uma vez que no Estado já existe a lei nº 1.650 de 27 de novembro de 1990, de autoria do atual presidente da Câmara Municipal de Aracaju, Emanuel Nascimento, que prevê a criação de espaços reservados para fumantes e não fumantes. O que se sabe é que continua do mesmo jeito.

Infelizmente esta lei como tantas outras não pegou, sabe por quê? Não houve um maior rigor na fiscalização por parte dos órgãos competentes, além da falta de mais efetivos de profissionais e de equipamentos necessários que fosse possível detectar a presença de monóxidos de carbono (químicos presentes no conteúdo do tabaco) nos ambientes.

Ah, já ia me esquecendo de falar das pessoas que mais se beneficiariam se a lei realmente fosse cumprida. O que se houve falar é que o uso do tabaco faz mal a saúde dos fumantes, pois inalar um maço de cigarros por dia durante mais de 10 anos, rouba em média 5 anos de vida do fumante, sem contar com a dificuldade em parar, ocasionado pelo vício. No entanto é importante se frisar que o mais prejudicado neste jogo, são os fumantes passivos, ou seja, os que inalam a fumaça sem utilizar o cigarro. Não a nada pior que se estar em um local agradável e sentir o odor do cigarro, fora os problemas de saúde adquiridos com a constante inalação.

Os que fumam, defendem a tese de que os incomodados que se retirem do local, ou até mesmo que o cigarro está fazendo mal somente a ele próprio. Entretanto, ninguém é obrigado a se retirar de um estabelecimento por causa de um fumante, mas sim, poder ter o direito de não inalar a fumaça dos outros. Agora o que nos resta é esperarmos para ver se a lei vai cair no esquecimento ou vai pegar.



Aisla Vasconcelos
5º Periodo
Universidade Tiradentes

Cobrança de estacionamento é ilegal!

Banheiros de rodoviárias, universidades e parquímetros. Será que a população sergipana também terá que pagar agora pelo estacionamento dos shoppings centers da cidade? Essa é uma questão que tem atormentado os consumidores sergipanos. Afinal, quanto custa sair de carro nos dias de hoje? Combustível, manutenção, seguro e o tal do estacionamento. Os estacionamentos, aliás, se tornaram tão rentáveis que vários terrenos em lugares estratégicos da cidade têm sido vendidos por valores generosos com essa finalidade tão lucrativa. A exemplo disso temos o bairro São José, onde concentra a maior parte das clínicas e hospitais de Aracaju. Cada metro quadrado é disputado entre usuários e taxistas e, claro, não tem espaço para todo mundo, sendo inevitável o uso dos estacionamentos, que cobram em média R$ 5,00 por turno, mesmo que você passe apenas 10 minutinhos, porque você desceu para buscar um exame. Muitas vezes, a opção de guardar o carro no estacionamento é devido à falta de segurança em determinados pontos da cidade. Eu mesma, já sofri até ameaças de flanelinhas.
Mas, voltando aos shoppings centers, não é prática habitual desses centros comerciais cobrarem por vagas de estacionamento aqui em Sergipe. Porém, quem passa pelas redondezas, já deve ter observado que as entradas foram reformadas, para a instalação de “catracas”. De acordo com a assessoria de comunicação do Shopping Jardins, as catracas são apenas para garantir a segurança dos clientes. Será mesmo?
As opiniões têm sido bastante divididas. Para alguns, a medida irá garantir maior segurança no caso de roubos dentro dos estabelecimentos. Com a cobrança, os shoppings terão de se responsabilizar pelos prejuízos, tendo a obrigação de ressarcir os clientes. Eu discordo. Não existe gratuidade nas relações de consumo! Tudo tem um custo, custo esse embutido no preço dos produtos e serviços oferecidos pelos shoppings! O cafezinho do restaurante também não é cortesia e os brindes das lojas também não são gentilezas dos vendedores! Nenhum fornecedor ou lojista sai perdendo. Com os shoppings é a mesma coisa.
Segundo o Código do Consumidor essa é uma prática ilícita. As vagas são um direito da população.
O que nós vamos fazer? Não esqueça ao sair de casa de acrescentar além do dinheirinho do sorvete, as moedas para os ataques dos flanelinhas em todos os sinais da cidade, o dinheiro do parquímetro quando for ao trabalho, o dinheiro do estacionamento do shopping quando você for pagar aquela conta de luz e o dinheiro do estacionamento da universidade quando for para aula a noite. E cuidado, logo entrarão nessa lista os supermercados e restaurantes.

Eles são todos Sarney

Mais um escândalo de corrupção é noticiado em Brasília. Como se não bastasse às viagens dos senadores para o exterior a passeio com seus familiares, com tudo pago pelo povo, vieram à tona as denuncias contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), da contratação de parentes e amigos por meio de atos secretos a desvio de verbas através de contratos fraudulentos entre a fundação que leva seu nome e a Petrobras.

Os fatos não são novos, o que impressiona é a quantidade de denuncias que atingem Sarney e a maioria dos senadores. Arthur Virgílio, líder do PSDB na casa, mantinha um funcionário fantasma em seu gabinete e havia tomado um empréstimo de US$ 10 mil do então Diretor-Geral do Senado, Agaciel Maia. O próprio presidente do PSDB, Sérgio Guerra, pagou uma viagem da filha à Nova Iorque com dinheiro do Senado.

O acordão montado para salvar Sarney contou com a intermediação direta do Presidente Lula, pois o governo precisa manter a aliança eleitoral com o PMDB para as eleições de 2010. Por outro lado, a oposição de direita (PSDB-DEM) não podia seguir com as denuncias contra Sarney porque estão envolvidos nos mesmos esquemas de corrupção. É o sujo falando do mal lavado.

A crise instalada demonstra que o Senado é uma instituição reacionária que deve desaparecer. Sua estrutura funciona para perpetuar seu caráter corrupto. Seu regimento, criado nos tempos da ditadura, tem artigos como o 197 que prevê sessão secreta para a cassação de senadores. A falta de democracia começa na eleição dos senadores que ocorre sem levar em conta qualquer regra de proporcionalidade, ou seja, a quantidade de habitantes de determinado estado para eleger seus senadores. Cada estado tem três senadores e pronto. O tempo do mandato é outro prestígio dos senadores. É o dobro do tempo de um deputado federal. São oito anos com total imunidade parlamentar, sem poder responder a qualquer processo na justiça comum. Assim, os senadores podem fazer a farra com o dinheiro do povo.

A “democracia” atual é profundamente antidemocrática, com seus representantes eleitos pelo poder econômico, o Senado é o exemplo disso. Não é a toa que as figuras mais bizarras da política nacional como José Sarney, Fernando Collor e Renan Calheiros estejam lá. Não foi por menos que Antonio Carlos Magalhães tenha feito do Senado sua casa.

Acabar com o Senado é acabar com o clube de mafiosos que só votam medidas contra os trabalhadores. É possível funcionar com apenas uma câmara legislativa, onde os parlamentares tenham mandatos revogáveis.

A fala do senador Wellington Salgado (PMDB-MG) à imprensa no auge dos escândalos, “é o que todos fazem”, deixa explicito o que é o Senado brasileiro. No fim das contas, eles são todos Sarney.


Paulo Roberto dos Santos Aguiar

Comunicação Social/Jornalismo

UNIT – 2º período

domingo, 30 de agosto de 2009

É HORA DE MUDANÇA!!!

O futebol sergipano há muito tempo não vive um bom momento, e o seu torcedor depois da campanha da Associação Desportiva Confiança na “série C” do campeonato nacional em 2008, no embalo do ”vamos subir dragão!!!”, ficou com um gostinho de quero mais. A equipe proletária não conseguiu seu objetivo maior, ascender à “série B”, porém se manteve na “série C” para 2009. Já o Club Sportivo Sergipe, que participava também da “série C” em 2008, teve a sua saída precoce da competição, quando por falha administrativa, escalou o jogador Chicão numa determinada partida, o qual não poderia ter jogado. Assim sendo, o problema foi se parar no Tribunal da CBF, Confederação Brasileira de Futebol, e o veredito foi a saída do clube sergipano da competição.
Será que o nosso futebol é de fato profissional? Em pleno século XXI e as atitudes não evoluíram, a falta de visão profissional, o conformismo patético, são alguns dos fatores que tornam o cenário esportivo sergipano, em particular no futebol, cada vez mais caótico. A imprensa esportiva, em especial a radiofônica, carrega nas costas os clubes. Diversas promoções são feitas nos programas esportivos com a finalidade de incentivar os torcedores a prestigiarem as equipes. Torcedor esse, que já de há muito tempo, vem desconfiado, sem querer dar crédito aos nossos representantes, principalmente em competição nacional. E quando surge uma chance de reverter o quadro obscuro, deixam escapar pelas mãos, ou melhor, pelos pés.
O que fazer para conquistar a credibilidade do torcedor? Administrar com coerência, equilíbrio e transparência com visões futuristas, poderão ser ingredientes fundamentais para a redenção e ascensão do pobre futebol sergipano. Um futebol que ainda não decolou no cenário nacional. Pra piorar a situação, o Confiança depois de deixar escapar o acesso à segunda divisão do campeonato brasileiro em 2008, em 2009 na “série C” a equipe proletária teve um desempenho desastroso, com contratações equivocadas e parcerias fracassadas, que a levaram a cair para a quarta divisão nacional (série D) em 2010. Agora, o nome da vez é o Sergipe, que está a disputar a quarta divisão do campeonato nacional, a chamada “série D”, em sua primeira edição. Já classificado para a terceira fase da competição, o objetivo maior é chegar à “série C” de 2010, esse será o maior prêmio para o clube e o maior presente para sua torcida no ano do seu centenário. No embalo do “vamos subir gipão”, a expectativa em particular da torcida do Sergipe, é a conquista dessa proeza. Uma coisa é certa, o torcedor não aceita, nem admite mais uma decepção. Portanto, a hora é essa, é preciso ter atitude e mostrar que temos condições de se impor perante equipes de outros estados com maior repercussão nacional. Afinal o torcedor sergipano já deu provas, que quando a fase é boa, ele comparece e prestigia. O esporte sergipano agradece e o Estado de Sergipe só tem a ganhar com as conquistas, a exemplo da seleção sergipana de futsal, que conquistou o título nacional pela primeira vez, frente aos paranaenses, neste último domingo, 30/08/2009. Esperamos que o futebol sergipano dê a volta por cima e volte a ocupar o lugar de destaque de onde nunca deveria ter saído, porque é hora de mudança, impreterivelmente já! Pra frente gipão!.



José Neverton dos Reis Matos
Universidade Tiradentes – UNIT
Jornalismo – 5º Período

DUELO DE TITÃS

No mês de agosto presenciamos mais um combate exaustivo entre duas grandes potências midiáticas do nosso país. O conflito explodiu quando o Jornal Nacional iniciou a edição do dia 12 de agosto apresentando uma reportagem onde o Ministério Público solicitava ajuda internacional para rastrear as movimentações financeiras na investigação de lavagem de dinheiro contra o Bispo Edir Macedo.
Enquanto a Rede Globo exibia a matéria de exatos 9 minutos e 31 segundos, a Rede Record já apresentava a sua versão dos fatos. Versão essa que não abordava o conteúdo da denúncia contra o fundador da emissora de TV e sim alfinetava a rede televisiva concorrente, “Crescimento da Rede Record incomoda a concorrência”, anunciava a jornalista e ex-global Ana Paula Padrão.
A partir desse episódio o duelo foi declarado e os telespectadores ficaram expostos em meio a um campo de batalha. Cada adversário utilizava a informação como escudo, as trocas de novas acusações eram lançadas para o público como verdadeiras bombas, pelo menos essa era a intenção, causar efeitos bombásticos diante dos brasileiros.
Eis as munições utilizadas nesse duelo de titãs: A Rede Globo, representada pelo Jornal Nacional, cita reportagem do jornal O Estado de São Paulo que teve acesso a documentos, que comprovariam a investigação de que a Igreja Universal do Reino de Deus desviava recursos de fiéis para a compra de veículos de comunicação. Segundo a matéria, oito empresas de comunicação, entre elas a rádio e TV Record estão entre as dez beneficiárias de transferências eletrônicas ou depósitos bancários que saíram da Igreja do Bispo Edir Marcedo. Para rebater as acusações a Rede Record, representada pelo Jornal da Record e pelo programa Repórter Record, veiculou três reportagens contendo denúncias graves contra a emissora adversária. A matéria denunciava que “A família Marinho sempre usou a emissora a favor de seus interesses pessoais”, disse o texto, que também apontou a suposta perseguição da TV Globo à Lula, citando, por exemplo, o debate de 1989, contra o então candidato Fernando Collor de Melo.
Mas, afinal de contas o que ou quem está por trás desse conflito? Quem está falando a verdade? Quem é o sujo e quem o mal lavado dessa estória? Quem de fato é a vítima desse enredo? No final das contas a vítima somos nós, que ficamos reféns dessa guerra de gigantes, e que por sinal não temos obrigação nenhuma de assistirmos esse confronto puramente de joguinhos de interesses.
A TV Globo se apóia numa imagem de credibilidade e compromisso com a informação, que construiu frente aos brasileiros durante quatro décadas. De fato a grande massa do nosso país tem a Rede Globo como referência, isso é esperado já que a emissora atinge 97,3% do território brasileiro. Mas, a Globo sendo uma empresa não pode deixar de se preocupar com o fato de que a Record hoje é segunda rede brasileira em audiência, conseguiu dobrar seu faturamento publicitário, deu início a sua própria indústria de dramaturgia, além de tirar 60 jornalistas da TV Globo com ofertas salariais três vezes maiores do que recebiam. Sendo assim, a preocupação a nível mercadológico é uma realidade.
Depois de uma semana de denúncias e replicas o duelo de titãs foi cessado, pelo menos por enquanto ou pelo menos diante das câmeras. Dessa maneira nós, telespectadores que acompanhávamos o embate, ficamos sem saber em que resultou tantas acusações referentes à Globo e a Record. A justiça irá julgar as acusações? Alguma medida será tomada? E caso isso aconteça seremos informados? Se for do interesse dos veículos sim.
É importante termos consciência que “Nenhum império universal ou estrutura global são eternos. Nem precisamos assistir os telejornais para sabermos disso, basta observarmos a história” (Eduardo Pena).


DANIELA SAMPAIO
UNIVERSIDADE TIRADENTES
5º PERÍODO JORNALISMO

Se o governo não divulga, faço a minha parte!

Quem já ouviu falar da campanha de doação de sangue do governo federal? Muita gente, com certeza. Mas o que importa saber mesmo é quem já ouviu, pelo menos uma vez, sobre a campanha federal de doação de medula? Com certeza o número de pessoas informadas sobre o assunto cai. O estado brasileiro tem uma campanha em vigor, isso mesmo, ela está em prática ou deveria, desde o ano de 2000.

No Brasil, cerca de 1,5 mil pessoas precisam de transplante de medula óssea por dia. Na maioria das vezes, os receptores sofrem de doenças como leucemia, aplasia da medula óssea ou doenças oncológicas. A dificuldade de salvar a própria vida é constante. Para ter uma ideia, a probabilidade de um parente de primeiro grau ser um doador é de apenas 25%. Se esse doador não for da família, a estatística diminui ainda mais. A possibilidade de encontrar um doador compatível aumenta para um em 100 mil. Porém, pode ser ainda pior. Dependendo das características genéticas do paciente, a probabilidade de achar alguém pode chegar a um em um milhão.

Para que essa situação seja revertida, é preciso que os nossos governantes deem continuidade com a campanha “Seja um doador de Medula Óssea” criada pelo Ministério da Saúde e o Instituto Nacional do Câncer (INCA). No Brasil existem somente 760 mil pessoas cadastradas no banco do Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME). Ler esse número leva-nos a pensar no objetivo traçado pela campanha. Será que os idealizadores da mobilização se contentaram com o mísero número de pessoas cadastradas no REDOME? Fica a pergunta no ar.

Saindo da esfera federal e entrando na estatal, não é possível ver grandes mudanças. Em simples pesquisa em um site de busca, foi observado que a última notícia que se teve sobre divulgação da campanha de doação de medula em Sergipe foi em 2007. Em visita ao Centro de Hemoterapia de Sergipe (HEMOSE) é notável a falta de preparação dos funcionários. Estes não sabem dizer ou explicar um cartaz da campanha de doação de medula que está localizado em frente à porta. Pode parecer mentira, mas dentro do HEMOSE existe um enorme banner divulgando a campanha “Seja um Doador de Medula Óssea”.

Parece revoltante, mas temos que conviver com essa indiferença ou será falta de preocupação dos dirigentes. com a população? Existe um ditado popular que retrata bem essa falta de interesse dos nossos governantes em divulgar essa importante campanha. O ditado diz assim: "não foi com um parente dele, por isso que não dão importância". Continuaremos a mercê dos políticos até o dia em que nos conscientizar e parar de votar em troca de alguma coisa.

Como Doar

As pessoas que estão aptas a fazer a doação de medula, ou seja, com idade entre 18 e 55 anos, devem aparecer à Central de Hemoterapia de Sergipe munidos de carteira de identidade e um comprovante de residência. Lá, será recolhido uma amostra de (10ml) de sangue para o teste de compatibilidade (HLA). Os dados juntamente com o resultado do teste serão adicionados ao Registro de Doadores de Medula Óssea e o voluntário ficará à espera de um receptor que tenha características genéticas compatíveis. O HEMOSE está localizado na av. Tancredo Neves s/nº, no bairro Capucho e seu horário de funcionamento é de segunda a sexta das 7h30 à 17h30. Assim que for encontrado um paciente compatível, o doador será convocado a comparecer no HEMOSE, onde repetirá o HLA e outros testes sanguíneos. Se for confirmada a compatibilidade, o voluntário passará por testes clínicos e só então será retirada uma amostra da medula equivalente a uma bolsa de sangue.


Autor: Wilson Rodriguez
5º período de Jornalismo
Universidade Tiradentes

Médico ou monstro?

Quem não está acompanhando o caso do especialista em fertilização Dr. Roger Abdelmassih deveria acompanhar. Independente de serem homens ou mulheres e, principalmente, aquelas pessoas que sonham em constituir uma família através dos tratamentos de fertilidade. Este senhor está sendo acusado de estupro e atentado ao pudor a mais de 50 mulheres, podendo ter cometido os abusos desde os anos 70.

Os dias passam e novas vítimas surgem, tomam a iniciativa para denunciá-lo fazendo com que as acusações sejam reforçadas. As pacientes só ganharam coragem e força em se confessar vítimas quando houve uma denúncia séria do Ministério Público. Elas não estavam mais sozinhas, agora não mais seria a palavra de uma mulher anônima contra a palavra de um médico conceituado. Roger alega inocência. “As denúncias eram fruto de fantasia, provocada pelo anestésico”, afirma Abdelmassih. Mas, se tudo não passa de alucinações porque tantas mulheres o denunciaram? Como os abusos sofridos por elas são idênticos e sem uma vítima conhecer a outra? Seria muita coincidência.

O motivo pelo qual torna o caso surpreendente é o fato de uma pessoa, dentro da profissão, manipular mulheres ansiosas para se tornarem mães, fazendo-as passarem pelo vexame de serem violentadas e atentadas ao pudor quando estavam em uma posição sem poder de reação física e psicológica. Talvez as vítimas não tivessem prestado queixa antes por sentirem vergonha, humilhação, revolta, nojo e culpa. Agora imaginem esse misto de sentimentos somado ao desejo de engravidar. É uma carga emocional bastante pesada para um ser humano e é ainda pior quando não tem seu sonho realizado ou perdem completamente as chances de darem a luz. Como se não bastasse o advogado de defesa diz que deve-se levar em consideração as 20 mil pacientes tratadas pelo doutor e não a quantidade de vítimas. Antes de tudo não podemos esquecer os atos fora da ética médica exercidos por Dr. Roger, poderia ter sido apenas uma vítima, mas, ele tem o dever de responder e pagar por seus erros.

Com base nesta polêmica vai o alerta aos casais ansiosos por serem papais e mamães: prefiram entrar juntos ao consultório, prestem bastante atenção e perguntem sobre detalhes da técnica utilizada pelo profissional e permaneçam unidos quando o especialista for fazer a inseminação, pois, pára quem não sabe, o companheiro pode acompanhar todo procedimento. Pode até parecer exagero esses cuidados, no entanto, não nos esqueçamos que o mais famoso médico em fertilização do Brasil não aparentava ser um violentador sexual e fez atrocidades com suas pacientes.

Lucivânia Pereira
Universidade Tiradentes
Jornalismo - 5º período