Ao falar de cotas, muitas pessoas se assustam e as opiniões se divergem. Seja racial, econômica ou econômico-racial, o assunto gera discussões.
Para muitos as cotas, nada mais são que uma forma preconceituosa de classificar a capacidade de um determinado grupo de pessoas, mediante a cor da pele ou classe social a qual pertencem. Todavia, para as pessoas que serão beneficiadas, o novo sistema torna possível a realização de um sonho.
As cotas são políticas implantadas ou patrocinadas pelo Estado com o objetivo de resgatar ou, no mínimo, conter os problemas sociais que subjugam as classes sociais e limitam o acesso destes as universidades públicas. O sistema funciona no sentido de compensar séculos de discriminação e preconceitos, abrindo oportunidades para os integrantes dessas minorias, o que é uma iniciativa louvável.
Felizmente, a Universidade Federal de Sergipe adotou para o vestibular de 2010, dentre outras políticas de ações afirmativas, as cotas. Segundo o reitor da UFS, Josué Modesto dos Passos Sobrinho, a aprovação do novo sistema representa um coroamento na tentativa de tornar a universidade mais inclusiva.
Na UFS, as políticas de ações afirmativas destinaram vagas para alunos portadores de deficiência, estudantes de escolas públicas, negros, índios e pardos. Dos 50% das vagas para alunos da rede pública, 70% serão destinadas aos que se declararem pardos, índios ou afro-descendentes. Sendo reservada ainda, uma vaga para portadores de deficiência em cada um dos cursos. O novo sistema representa sem dúvida, uma chance a mais para esses alunos ingressarem no ensino superior público.
Das 200 vagas existentes para os cursos de Direito e Medicina, apenas uma a quatro vagas são ocupadas por alunos advindos de escolas públicas, exemplificando a histórica falta de inclusão presente nas universidades.
As políticas afirmativas buscam garantir a formação superior a uma parcela da população que ocupa as camadas mais baixas da sociedade. Outro ponto positivo, é que para isso, os alunos não terão privilégios quanto à prova concorrendo, portanto, a todas as situações propostas aos candidatos. Sendo beneficiados, aqueles que tirarem as melhores notas, ou seja, que melhor se preparam ao longo do ano.
A medida é esperada com grande expectativa por aqueles que dela dependem para ver o seu sonho realizado. Estimasse que mais de cinco mil alunos da rede pública se inscrevam no processo seletivo 2010.
Para essas pessoas, as cotas representam a possibilidade de ingressar no ensino superior e de galgar um futuro melhor, uma vez, que muitos deles não possuem condições de arcar com os custos de formação em uma instituição particular.
O programa aprovado pelo Conselho do Ensino, da Pesquisa e da Extensão (Conepe) da Universidade Federal de Sergipe terá duração de dez anos e será nos cinco primeiros anos, após a formatura das primeiras turmas, submetido a avaliações. Uma junta deverá monitorar o funcionamento, avaliar os resultados e sugerir mudanças que possam vir a melhorar o sistema.
Sendo assim, esses grupos têm dez anos já assegurados, para galgar seu lugar ao sol. Um caminho de luta, dedicação e persistência, mas dessa vez com a certeza de que o ingresso no ensino superior público, não mais será sonho e sim uma realidade.
Para muitos as cotas, nada mais são que uma forma preconceituosa de classificar a capacidade de um determinado grupo de pessoas, mediante a cor da pele ou classe social a qual pertencem. Todavia, para as pessoas que serão beneficiadas, o novo sistema torna possível a realização de um sonho.
As cotas são políticas implantadas ou patrocinadas pelo Estado com o objetivo de resgatar ou, no mínimo, conter os problemas sociais que subjugam as classes sociais e limitam o acesso destes as universidades públicas. O sistema funciona no sentido de compensar séculos de discriminação e preconceitos, abrindo oportunidades para os integrantes dessas minorias, o que é uma iniciativa louvável.
Felizmente, a Universidade Federal de Sergipe adotou para o vestibular de 2010, dentre outras políticas de ações afirmativas, as cotas. Segundo o reitor da UFS, Josué Modesto dos Passos Sobrinho, a aprovação do novo sistema representa um coroamento na tentativa de tornar a universidade mais inclusiva.
Na UFS, as políticas de ações afirmativas destinaram vagas para alunos portadores de deficiência, estudantes de escolas públicas, negros, índios e pardos. Dos 50% das vagas para alunos da rede pública, 70% serão destinadas aos que se declararem pardos, índios ou afro-descendentes. Sendo reservada ainda, uma vaga para portadores de deficiência em cada um dos cursos. O novo sistema representa sem dúvida, uma chance a mais para esses alunos ingressarem no ensino superior público.
Das 200 vagas existentes para os cursos de Direito e Medicina, apenas uma a quatro vagas são ocupadas por alunos advindos de escolas públicas, exemplificando a histórica falta de inclusão presente nas universidades.
As políticas afirmativas buscam garantir a formação superior a uma parcela da população que ocupa as camadas mais baixas da sociedade. Outro ponto positivo, é que para isso, os alunos não terão privilégios quanto à prova concorrendo, portanto, a todas as situações propostas aos candidatos. Sendo beneficiados, aqueles que tirarem as melhores notas, ou seja, que melhor se preparam ao longo do ano.
A medida é esperada com grande expectativa por aqueles que dela dependem para ver o seu sonho realizado. Estimasse que mais de cinco mil alunos da rede pública se inscrevam no processo seletivo 2010.
Para essas pessoas, as cotas representam a possibilidade de ingressar no ensino superior e de galgar um futuro melhor, uma vez, que muitos deles não possuem condições de arcar com os custos de formação em uma instituição particular.
O programa aprovado pelo Conselho do Ensino, da Pesquisa e da Extensão (Conepe) da Universidade Federal de Sergipe terá duração de dez anos e será nos cinco primeiros anos, após a formatura das primeiras turmas, submetido a avaliações. Uma junta deverá monitorar o funcionamento, avaliar os resultados e sugerir mudanças que possam vir a melhorar o sistema.
Sendo assim, esses grupos têm dez anos já assegurados, para galgar seu lugar ao sol. Um caminho de luta, dedicação e persistência, mas dessa vez com a certeza de que o ingresso no ensino superior público, não mais será sonho e sim uma realidade.
Autora: Carolina Caldas
5º período - Jornalismo.
Universidade Tiradentes

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