Quem já ouviu falar da campanha de doação de sangue do governo federal? Muita gente, com certeza. Mas o que importa saber mesmo é quem já ouviu, pelo menos uma vez, sobre a campanha federal de doação de medula? Com certeza o número de pessoas informadas sobre o assunto cai. O estado brasileiro tem uma campanha em vigor, isso mesmo, ela está em prática ou deveria, desde o ano de 2000.
No Brasil, cerca de 1,5 mil pessoas precisam de transplante de medula óssea por dia. Na maioria das vezes, os receptores sofrem de doenças como leucemia, aplasia da medula óssea ou doenças oncológicas. A dificuldade de salvar a própria vida é constante. Para ter uma ideia, a probabilidade de um parente de primeiro grau ser um doador é de apenas 25%. Se esse doador não for da família, a estatística diminui ainda mais. A possibilidade de encontrar um doador compatível aumenta para um em 100 mil. Porém, pode ser ainda pior. Dependendo das características genéticas do paciente, a probabilidade de achar alguém pode chegar a um em um milhão.
Para que essa situação seja revertida, é preciso que os nossos governantes deem continuidade com a campanha “Seja um doador de Medula Óssea” criada pelo Ministério da Saúde e o Instituto Nacional do Câncer (INCA). No Brasil existem somente 760 mil pessoas cadastradas no banco do Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME). Ler esse número leva-nos a pensar no objetivo traçado pela campanha. Será que os idealizadores da mobilização se contentaram com o mísero número de pessoas cadastradas no REDOME? Fica a pergunta no ar.
Saindo da esfera federal e entrando na estatal, não é possível ver grandes mudanças. Em simples pesquisa em um site de busca, foi observado que a última notícia que se teve sobre divulgação da campanha de doação de medula em Sergipe foi em 2007. Em visita ao Centro de Hemoterapia de Sergipe (HEMOSE) é notável a falta de preparação dos funcionários. Estes não sabem dizer ou explicar um cartaz da campanha de doação de medula que está localizado em frente à porta. Pode parecer mentira, mas dentro do HEMOSE existe um enorme banner divulgando a campanha “Seja um Doador de Medula Óssea”.
Parece revoltante, mas temos que conviver com essa indiferença ou será falta de preocupação dos dirigentes. com a população? Existe um ditado popular que retrata bem essa falta de interesse dos nossos governantes em divulgar essa importante campanha. O ditado diz assim: "não foi com um parente dele, por isso que não dão importância". Continuaremos a mercê dos políticos até o dia em que nos conscientizar e parar de votar em troca de alguma coisa.
Como Doar
As pessoas que estão aptas a fazer a doação de medula, ou seja, com idade entre 18 e 55 anos, devem aparecer à Central de Hemoterapia de Sergipe munidos de carteira de identidade e um comprovante de residência. Lá, será recolhido uma amostra de (10ml) de sangue para o teste de compatibilidade (HLA). Os dados juntamente com o resultado do teste serão adicionados ao Registro de Doadores de Medula Óssea e o voluntário ficará à espera de um receptor que tenha características genéticas compatíveis. O HEMOSE está localizado na av. Tancredo Neves s/nº, no bairro Capucho e seu horário de funcionamento é de segunda a sexta das 7h30 à 17h30. Assim que for encontrado um paciente compatível, o doador será convocado a comparecer no HEMOSE, onde repetirá o HLA e outros testes sanguíneos. Se for confirmada a compatibilidade, o voluntário passará por testes clínicos e só então será retirada uma amostra da medula equivalente a uma bolsa de sangue.
No Brasil, cerca de 1,5 mil pessoas precisam de transplante de medula óssea por dia. Na maioria das vezes, os receptores sofrem de doenças como leucemia, aplasia da medula óssea ou doenças oncológicas. A dificuldade de salvar a própria vida é constante. Para ter uma ideia, a probabilidade de um parente de primeiro grau ser um doador é de apenas 25%. Se esse doador não for da família, a estatística diminui ainda mais. A possibilidade de encontrar um doador compatível aumenta para um em 100 mil. Porém, pode ser ainda pior. Dependendo das características genéticas do paciente, a probabilidade de achar alguém pode chegar a um em um milhão.
Para que essa situação seja revertida, é preciso que os nossos governantes deem continuidade com a campanha “Seja um doador de Medula Óssea” criada pelo Ministério da Saúde e o Instituto Nacional do Câncer (INCA). No Brasil existem somente 760 mil pessoas cadastradas no banco do Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME). Ler esse número leva-nos a pensar no objetivo traçado pela campanha. Será que os idealizadores da mobilização se contentaram com o mísero número de pessoas cadastradas no REDOME? Fica a pergunta no ar.
Saindo da esfera federal e entrando na estatal, não é possível ver grandes mudanças. Em simples pesquisa em um site de busca, foi observado que a última notícia que se teve sobre divulgação da campanha de doação de medula em Sergipe foi em 2007. Em visita ao Centro de Hemoterapia de Sergipe (HEMOSE) é notável a falta de preparação dos funcionários. Estes não sabem dizer ou explicar um cartaz da campanha de doação de medula que está localizado em frente à porta. Pode parecer mentira, mas dentro do HEMOSE existe um enorme banner divulgando a campanha “Seja um Doador de Medula Óssea”.
Parece revoltante, mas temos que conviver com essa indiferença ou será falta de preocupação dos dirigentes. com a população? Existe um ditado popular que retrata bem essa falta de interesse dos nossos governantes em divulgar essa importante campanha. O ditado diz assim: "não foi com um parente dele, por isso que não dão importância". Continuaremos a mercê dos políticos até o dia em que nos conscientizar e parar de votar em troca de alguma coisa.
Como Doar
As pessoas que estão aptas a fazer a doação de medula, ou seja, com idade entre 18 e 55 anos, devem aparecer à Central de Hemoterapia de Sergipe munidos de carteira de identidade e um comprovante de residência. Lá, será recolhido uma amostra de (10ml) de sangue para o teste de compatibilidade (HLA). Os dados juntamente com o resultado do teste serão adicionados ao Registro de Doadores de Medula Óssea e o voluntário ficará à espera de um receptor que tenha características genéticas compatíveis. O HEMOSE está localizado na av. Tancredo Neves s/nº, no bairro Capucho e seu horário de funcionamento é de segunda a sexta das 7h30 à 17h30. Assim que for encontrado um paciente compatível, o doador será convocado a comparecer no HEMOSE, onde repetirá o HLA e outros testes sanguíneos. Se for confirmada a compatibilidade, o voluntário passará por testes clínicos e só então será retirada uma amostra da medula equivalente a uma bolsa de sangue.
Autor: Wilson Rodriguez
5º período de Jornalismo
Universidade Tiradentes

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